Automatica

06/04/2018 — 03/06/2018

Entre Construção e Apropriação —
Antonio Dias, Geraldo de Barros e Rubens Gerchman nos anos 60

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Título do projeto

Entre Construção e Apropriação — Antonio Dias, Geraldo de Barros e Rubens Gerchman nos anos 60

Local

Sesc Pinheiros

Endereço

R. Paes Leme, 195 — Pinheiros, São Paulo – SP

Visitação

06/04/2018 – 03/06/2018

Curadoria

João Bandeira

Curadora assistente

Ana Roman

Produção

Automatica

Luiza Mello

Mariana Schincariol de Mello

Estagiária de Produção

Ana Pimenta

Projeto expográfico

Ricardo Amado e Beatriz Matuck

Projeto de iluminação

André Boll

Projeto gráfico e comunicação visual

Celso Longo + Daniel Trench

Luisa PratA� [assistente]

Pesquisa

Lara Casares Rivetti

RevisA?o

Duda Costa e Marca-Texto Editorial

Coordenação educativa

Dialogum Projetos Culturais Carlos Negrini

Montagem Fina

Superarte Produtora

Alexandre Cruz

André Cruz

Eurides Corcini

Lucas Corcini

Assessoria de imprensa

Pool de Comunicação

Transporte

Vanguardian Transportes Especializados

Agradecimentos

Adolfo A. Leirner, Alfredo Setubal, Antonio Dias, Clara Gerchman, Elaine Ramos, Evandro Teixeira, Fabiana de Barros, Fabio Cimino, Fulvia Leirner, Gustavo Rebello, Heitor Martins e Fernanda Feitosa, João Avelar, João Sattamini, Lenora de Barros, Licia Viola, Luciana Brito, Orandi Momesso, Luis Antonio de Almeida Braga, Luiz Buarque de Holanda, Marcio Gobbi, Marco Antonio Amaral Rezende, Marta Fadel, Paola Chieregato, Patricia Lee, Patrícia e Waltercio Caldas, Paula Marinho, Paulo Kuczynski, Rara Dias e Verônica Gerchman.

“Entre Construção e Apropriação — Antonio Dias, Geraldo de Barros e Rubens Gerchman nos anos 60”, foi realizada no Sesc Pinheiros com curadoria de João Bandeira. Com entrada gratuita, a mostra reuniu cerca de 60 obras dos três artistas, concebidas entre os anos 1960 e 1967.

A premissa do projeto surgiu a partir de aspectos estáticos e implicações sociais similares entre as obras de Dias, Barros e Gerchman produzidas nesse período. Sob a pressão do contexto político turbulento daqueles anos — já antes do Golpe militar de 64 e agravado com a repressão desencadeada pelo novo governo — uma intensa movimentação na área artística incluiu importantes mostras individuais e eventos coletivos, como a Nova Objetividade Brasileira (no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, em 1967), que deram espaço a uma disposição renovada à experimentação.

“Lançando mão do legado construtivo recente e simultaneamente apropriando-se dos novos procedimentos e questões em pauta naquele momento, Antonio Dias, Geraldo de Barros e Rubens Gerchman estabeleceram então poéticas com características muito próprias. Mas que, ainda assim, podem ser aproximadas em detalhe, graças à habilidade com que lidam em suas obras com algumas das principais forças em ação no meio de arte ao longo dos anos 60, e que, embora de maneira nem sempre tão integrada, comparecem em parte significativa da produção que reivindicou uma nova vanguarda da arte realizada no país”, afirma o curador João Bandeira.