Automatica

2010

ARTE BRA —
Moacir dos Anjos

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título do projeto

ARTE BRA Moacir dos Anjos

Coordenação editorial

Luiza Mello

Marisa S. Mello

Direção de arte e projeto gráfico

Tecnopop | Alexsandro Souza

Assistentes de produção

Luisa Hardman

Carolina Moreira

Revisão de texto

Duda Costa

Fotografia

Brígida Baltar

Eduardo Ortega

Flavio Lamenha

Francisco Baccaro

Gabriele Basilico

Helder Ferrer

Holger Niehaus

José Maria Palmiere

Léo Caldas

Michael Strasser

Nicolas Flussler

Pat Kilgore

Paulinho Muniz

Robson Lemos

Rômulo Fialdin

Vik Muniz

FotoColaboração

Fábio Del Re

Juliana Rocha

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Consolidando seu trabalho editorial, a Automatica lançou em 2010 o quinto volume da sua coleção ARTE BRA. Desta vez, porém, com um diferencial: pela primeira vez, a coleção se descola do trabalho de artistas e vislumbra a obra de um dos principais críticos brasileiros de arte, o pernambucano Moacir dos Anjos.

O livro contempla a trajetória profissional de Moacir a partir de seus textos mais marcantes produzidos nas últimas décadas. Entre os contemplados pelo olhar acurado do crítico, temos os trabalhos de Antonio Dias, Cildo Meireles, Brígida Baltar, Chelpa Ferro, Efrain Almeida, Ernesto Neto, Gil Vicente, Gilvan Samico, Lucia Koch, Rivane Neuenschwander, Rosângela Rennó, entre outros.

2016

Luiza Baldan e
Jonas Arrabal —
Derivadores

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TÍTULO DO PROJETO

Derivadores

PRODUCÃO EDITORIAL

Marisa S. Mello

DESIGN

Giselle Macedo

EDIÇÃO

Automatica Edições

TRATAMENTO DE IMAGEM

Noise

REVISÃO

Duda Costa

VERSÃO

Christopher Burden

FOTOGRAFIA

Luiza Baldan e Jonas Arrabal

TEXTOS

Simplício Neto,

Ana Luisa Lima,

Bruna Cerrone,

Marisa Mello,

Luiza Baldan e

Jonas Arrabal

Este projeto foi contemplado pelo edital VIVA A CULTURA! – PROGRAMA DE FOMENTO À CULTURA DA PREFEITURA DO RIO – VIVA A ARTE! (2015)

O livro Derivadores, resultado do projeto desenvolvido por Luiza Baldan e Jonas Arrabal, apresenta textos da dupla e de pesquisadores convidados, além de imagens registradas durante o primeiro semestre de 2016 na Baía de Guanabara. O nome derivadores se origina das boias oceânicas rastreáveis espalhadas pela Baía de Guanabara. Para o projeto artístico, elas foram adaptadas como câmeras de fotografia pinhole pelo fotógrafo Thiago Barros para registrar a Baía. Uma vez por semana, durante quatro meses, Luiza, Jonas e, muitas vezes, o próprio Thiago saíram nos barcos da Prooceano/Projeto Grael, projetos que trabalham no monitoramento das marés, para colher os registros captados pelas boias. No barco, Luiza e Jonas, além de recolher os registros dos derivadores, criaram novas imagens da Baía e desenvolveram reflexões e textos que integram o projeto editorial. O cartaz que acompanha o livro reproduz alguns dos negativos registrados pelos derivadores.

2016

Tatiana Blass

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TÍTULO DO PROJETO

Tatiana Blass

COORDENAÇÃO EDITORIAL

Tatiana Blass

projeto gráfico

Julio Dui 

produção EDITORIAL

Automatica

TRATAMENTO DE IMAGEM

Ipsis

REVISÃO

Duda Costa

VERSÃO INGLÊS

John Norman

Impressão e

tratamento

de imagens

Ipsis Gráfica e Editora

apoio

Galeria Millan

fotógrafos

Alexandre Wahrhaftig

Denise Andrade

Edouard Fraipont

Eduardo Climachauska

Eduardo Eckenfelds

Emilia Groska

Everton Ballardin

Fernando Piçarra

Gökçen Dilek Acay

Henrique Marques

Jomar Bragança

Luis Díaz Díaz

Matt Booth

Milene Rinaldi

Oriol Tarridas

Rafael Adorjan

Ron Pollard

Sergio Guerini

Sossô Parma e João Mussolin

Tatiana Blass

Wilton Montenegro

O livro Tatiana Blass, com 176 páginas, contém imagens e descritivos de trabalhos da artista Tatiana Blass, desde o início de sua trajetória até os dias de hoje. Tatiana realiza obras em diversas linguagens, como desenhos, pinturas, esculturas, instalações, fotografias e vídeos, tendo participado de exposições no Brasil e no exterior. Formada em Bacharelado em Artes Plásticas pela Universidade Estadual Paulista, Tatiana Blass começou a desenvolver seu trabalho em 1998, quando passou a participar regularmente de salões, mostras em ateliês, exposições coletivas e individuais no Brasil e no exterior. Participou da 29ª Bienal Internacional de São Paulo. Foi finalista do prêmio Nam June Paik Award, na Alemanha. Foi contemplada pelo programa “Grants & Commissions”, da Cisneros Fontanals Art Foundation, em Miami. Em 2011, ganhou o Prêmio PIPA pelo voto popular e voto do júri pelo conjunto de sua obra. Como parte do prêmio, fez uma residência artística no Gasworks, em Londres. Em 2013, o Museum of Contemporary Art Denver, nos EUA, comissionou “Electrical Room”, uma videoinstalação inédita. Em 2014, foi convidada pela fundação 3,14 Stiftelsen, em Bergen, a participar de uma residência artística na Noruega. Desde 2007, realizou quatro exposições individuais na Galeria Millan, galeria que a representa, além da Johannes Vogt Gallery, em Nova York, com a qual participou de projetos solo nas feiras ArtBo, em Bogotá, Zona Maco, Cidade do México e Arco Madri.

2015

Nicolás Robbio

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TÍTULO DO PROJETO

Nicolás Robbio

REALIZAÇÃO

Ministério da Cultura e Automatica Edições

ORGANIZAÇÃO

Jacopo Crivelli Visconti

TEXTOS

Paulo Myiada

Santiago G. Navarro

PRODUÇÃO EDITORIAL

Luiza Mello

Marisa S. Mello

Marina Buendia

projeto grafico

Celso Longo

ASSIsTENTE DE DESIGN

Manu Vasconcelos

REVISÃO

Duda Costa

TRADUÇÃO

Izabel Murat Burbridge

PRODUÇÃO GRÁFICA

Marcia Signorini

IMPRESSÃO

Ipsis

O livro Nicolás Robbio, organizado pelo crítico Jacopo Crivelli Visconti, é apresentado em dois volumes. O primeiro deles contém textos de Santiago G. Navarro e de Paulo Miyada; e as legendas das imagens.O segundo caderno é composto exclusivamente por imagens.

A publicação concentra-se no trabalho desenvolvido pelo artista nos últimos dez anos, incluindo desenhos, esculturas, instalações e still de vídeos.Segundo Santiago Navarro, “na sua obra, representação e semelhança servem, [...] para explorar a não equivalência entre signos, para criar distância ou vazio entre signos, assim como modo de reconectá-los com a representação, mas sem tentar recuperar a sua função de semelhança”.

Nicolás Robbio nasceu em Mar del Plata, na Artgentina, em 1975. Vive e trabalha em São Paulo. Formado pela Escola de Artes Visuais de Buenos Aires, Robbio desenvolveu uma faceta multidisciplinar baseada no desenho como uma ferramenta para o estudo e desenvolvimento de suas possibilidades conceituais. O desenho de móveis e objetos gráficos, plantas de plástico ou de projetos específicos, são alguns dos exemplos que suportam esta afirmação. Em 2014 realizou a individual Medos Modernos, no Instituto Tomie Ohtake, São Paulo. Além disso, já expos em lugares como a Fundação Serralves, em Porto – Portugal e Bethanien Kunsthaus, em Berlim – Alemanha. Participou de coletivas como Imagine Brazil, MAC Lyon e 28a Bienal de São Paulo (2008).

2015

Raul Mourão —
Volume 1

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TÍTULO DO PROJETO

Volume 1

concepção

Raul Mourão

editora

Automatica Edições

coordenação editorial e prefácio

Frederico Coelho

Projeto gráfico

Gustavo Prado

IMPRESSÃO

Ipsis

Volume 1 é a primeira edição do LIVROREVISTA do artista Raul Mourão. Em 14 capitulos Mourão apresenta um conjunto heterogêneo de obras e conta com a participação de outros artistas e pensadores como Frederico Coelho, Francisco Bosco, Daniel Perlin, Karla Monteiro, BNegão, Bernardo Mortimer, Luiz Camillo Osorio, David Pacheco, Felipe Scovino, Daniela Labra, Luisa Duarte, Daniel Senise, Michael Asbury, Agnaldo Farias, Jacopo Crivelli Visconti, Cabelo, Silvio Essinger, Vik Muniz, Mauricio Valladares, Joshua Callaghan e Audrey Furlaneto. Espécie de depositário de idéias, trabalhos e exposições do artista nos últimos dez anos, Volume 1 reune esculturas, desenhos, pinturas, projetos, fotos, frames de vídeos e maquetes eletrônicas além de textos críticos e entrevistas.

Volume 1 é um livro de artista que revela a multiplicidade da obra de Raul Mourão através de suas conexões com a vida, seu processo de trabalho, seu cotidiano, suas parcerias e suas reflexões sobre a distância entre o objeto de arte e o público.

2015

Los Hermanos Turnê 2012 Fotos de Caroline Bittencourt

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título do projeto

Los Hermanos Turnê 2012

Fotos de Caroline Bittencourt

Organização

Bruno Medina

Marcelo Camelo

Rodrigo Amarante

Rodrigo Barba

Fotos

Caroline Bittencourt

texto

Bruno Medina

Edição de Imagens

Marcelo Pereira

Caroline Bittencourt

projeto gráfico

Tecnopop

Direção de Design

Marcelo Pereira

Raul Mourão

DESIGN

Marcelo Pereira

Luana Luna

Luciana Morin

revelação dos negativos

Na Martha Lab

Digitalização

Memory Scan

produção gráfica

Verly Costa

O livro Los Hermanos turnê 2012 reúne diversas imagens capturadas por Caroline Bittencourt durante os shows realizados pela banda neste ano. Foram vinte e quatro apresentações em doze capitais brasileiras. Este registro torna-se importante, pois ao longo dos dez anos em que a banda esteve viajando e tocando ininterruptamente ainda não existia uma compilação de fotografias de tamanha qualidade. Em seu trabalho, através de um olhar profissional de alguém próxima dos integrantes da banda, Caroline Bittencourt consegue captar a força da música e a presença de palco dos Los Hermanos, bem como sua relação única com os fãs.

Nas palavras de Bruno Medina: “As dezenas de imagens expostas a seguir, mais do que apenas retratar os detalhes desta turnê em específico, compõem um mosaico bem representativo do que foram esses 17 anos de Los Hermanos.”

2015

Song Dong no Brasil

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TÍTULO DO PROJETO

Song Dong no Brasil

COORDENAÇÃO EDITORIAL

Luiza Mello

Marisa Mello 

Concepção Gráfica

Song Dong

Textos

Sarina Tang

Marcello Dantas

Design

Ruth Reis

Natali Nabekura

revisão

Duda Costa

Tradução

John Norman

Marise Barros

Song Dong desenvolve trabalhos conceituais desde a década de 1990, antes mesmo que fossem aceitos como formas
legítimas de arte na China. O artista ficou conhecido por obras que utilizam materiais modestos que apontam para a
impermanência da vida.

O livro é dividido em três partes: a primeira com um texto da crítica e idealizadora do livro, Sarina Tang, sobre a experiência de
Song Dong no Brasil. Responsável pela vinda do artista ao país, em 2013, Sarina chama atenção para as semelhanças entre o Brasil e a China, como a recente urbanização de seus arredores, e a marginalização do eixo hegemônico Europa-EUA da arte contemporânea. Em seguida, narra os antecedentes que envolveram a realização da exposição Regenerar, na Baró Galeria, em São Paulo, que contou com a curadoria de Sarina.

A segunda parte do livro apresenta imagens da exposição Regenerar, realizada na Baró Galeria, em 2014. A terceira parte conta com um texto do curador Marcello Dantas, intitulado “Doce subversão” sobre a apresentação da performance Eating the city, realizada em Brasília, em 2015. O trabalho reproduz em maquetes o patrimônio arquitetônico de parte da cidade, feitas de biscoitos, doces e chocolates.

2011 - 2014

Travessias

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TÍTULO DO PROJETO

Travessias

COORDENAÇÃO EDITORIAL

Luiza Mello

Marisa S. Mello

DESIGN

Quinta-feira | Tonho

Download catálogo Travessias 1

Download catálogo Travessias 2

Download catálogo Travessias 3

Travessias é um projeto de exposição coletiva, que celebra o encontro entre as artes visuais contemproâneas e o território da Favela da Maré. É um espaço de diálogo, de circulação democrática de informações e novas possibilidades de pensamento. Sem as fronteiras de distinção territorial e social, o Travessias coloca a favela também como referência estética, mobilizando criação e fruição.

Iniciativa do Observatório de Favelas, em parceria com a produtora Automatica, com o escritório de arquitetura RUA arquitetos e com a Redes de Desenvolvimento da Maré, já foram realizadas 3 edições: Travessias 1, em 2011; Travessias 2, em 2013 e Travessias 3; em 2014. Baixe aqui os catálogos do projeto.

2014

André Komatsu

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TÍTULO DO PROJETO

André Komatsu

organização

Jacopo Crivelli Visconti

COORDENAÇÃO EDITORIAL

Luiza Mello

Marisa S. Mello

DESIGN

Celso Longo

assitente de design

Felipe Sabatini

REVISÃO

Duda Costa

tradução

John Normam

produção gráfica

Leandro Costa

tratamento de imagens

Perfecto

Impressão

Ipsis

Download PDF

O trabalho de Andre Komatsu mescla uma experiência do homem que percorre a cidade, recolhe suas ruínas e constrói a partir disso novas funções para aquilo que estava condenado ao esquecimento, lixo, entulho, ruínas. O resultado pode se dar em instalações, objetos ou delicados desenhos sobre pedaços de concreto. O livro André Komatsu segue uma disposição cronológica, os trabalhos selecionados são organizados por núcleos temáticos, com o intuito de evidenciar as relações conceituais entre trabalhos formalmente distantes ou, pelo contrário, as nuances e diferenças entre obras que abordam temas complementares. De fato, apesar de ter um “estilo” bastante reconhecível, a coerência do corpus de trabalhos de André Komatsu provém, em primeiro lugar, da sua matriz social. O discurso sobre o poder e sobre conflitos sociais mais ou menos latentes, constitui, de certa maneira, a verdadeira matéria prima das suas esculturas e instalações.

26/07/2012 —
30/11/2014

Angelo Venosa

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TÍTULO DO PROJETO

Angelo Venosa

ARTISTA

Angelo Venosa

CURADORIA

Ligia Canongia

COORDENAÇÃO editorial

Luiza Mello

Marisa S. Mello

Design

Danowski Design

Sula Danowski

Carolina Müller Machado

Nathalia Lepsch

Download catálogo eletrônico

O catálogo eletrônico Angelo Venosa apresenta texto da curadora Ligia Canongia e imagens das exposições montadas nas cidades do Rio de janeiro (MAM), São Paulo (Pinacoteca), Recife (MAMAM) e Belo Horizonte, entre os anos de 2012 e 2014.

A mostra é a maior exposição individual do artista realizada até hoje, em seus 30 anos de carreira.

2014

Carlos Vergara —
SUDÁRIO

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TÍTULO DO PROJETO

Carlos Vergara — SUDÁRIO

COORDENAÇÃO EDITORIAL

Luiza Mello

MarisaS.  Mello

projeto gráfico

Dínamo | Alexsandro Souza

textos

Carlos Vergara

Cora Rónai

Luiz Guilherme Vergara

Renata Santini

Jessica Gogan

revisão

Duda Costa

tradução

Alex Forman

impressão e

Tratamento de imagens

Ipsis

compre aqui

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Carlos Vergara – Sudário é o registro do resultado da exposição de mesmo titulo, realizada em dois museus projetados pelo arquiteto Oscar Niemeyer, MAC Niterói e Museu da República, em Brasília. A definição de Sudário é um pano que antigamente se usava para limpar o suor. O mais célebre é o sudário de Turim – uma relíquia cristã que supostamente teria envolvido o corpo de Jesus Cristo. Utilizando uma técnica já presente em sua obra, a monotipia, Carlos Vergara imprime em lenços vestígios dos diversos territórios por onde passou ao longo de sua carreira.

Desde a década de 1970 o artista realiza várias viagens, levando pigmentos naturais, lenços e tecidos que servem de suporte para as monotipias onde o artista capta algo denso e único. Neste livro estão reunidos diversos exemplos desse universo de trabalho, onde o artista torna visível partes sutis, espirituais e poéticas do real.

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