Automatica

14/12/16 - 03/02/17

Amalia Giacomini
Artur Lescher
Eduardo Coimbra —
Desmedidas

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TÍTULO DO PROJETO

Desmedidas

CURADORIA

Felipe Scovino

ARTISTAs

Amalia Giacomini

Artur Lescher

Eduardo Coimbra

LOCAL

Galeria BNDES

ENDEREÇO

Av. Chile, 100

Centro, Rio de Janeiro

VISITAÇÃO

14/12/16 – 03/02/17

De segunda a sexta,

das 10 às 19h

Entrada franca

PRODUÇÃO EXECUTIVA

Automatica

coordenação de produção

Luiza Mello

Mariana Schincariol de Mello

GESTÃO DO PROJETO

Marisa S. Mello

design

Dínamo

iluminação

Blight

cenotécnica

HO Produções e Eventos

Montagem

Andre Renaud

José Claudio dos Santos

José Roberto da Silva Filho

Juscelino Bastos V. de Lima

Thiago de Souza Hortala

Revisão de texto

Duda Costa

Versão

John Norman

ASSESSORIA DE IMPRENSA

Pauta Positiva

Educadores

Daniel Remelik

Jean Carlos dos Santos

Letícia Pereira de Souza

Fotografia

Mario Grisolli

Concebida especialmente para a Galeria do Espaço Cultural BNDES, em um prédio que é considerado um dos marcos da aquitetura carioca da segunda metade do século 20, Desmedidas tem curadoria de Felipe Scovino e traz obras de Amalia Giacomini, Eduardo Coimbra e Artur Lescher. A partir da relação do curador e dos artistas com o espaço, uma paisagem é inventada, um lugar é revelado, uma realidade surge.
A relação entre a urbanidade do prédio do Banco, estrutura vertical que conquista e ocupa seu espaço no Centro da cidade, e a falta de conexão da galeria com a paisagem e seu entorno – mesmo sendo parte integrante dele – , foram o ponto de partida para a concepção da exposição. “A partir dessas duas questões centrais – arquitetura e paisagem – que se articulam decisivamente com a arte contemporânea, os três artistas criaram a ideia de uma paisagem inventada ou a aparição de um lugar”, explica Scovino. “De alguma forma, como arquitetos sem precisão, eles trazem uma paisagem desmedida para dentro do cubo branco, o espaço sagrado da galeria”.

09/07/2016 —
16/10/2016

Felipe Russo —
Garagem Automática

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Título do projeto

Garagem Automática

Artista

Felipe Russo

LOCAL

Museu da Cidade

de São Paulo /

Casa da Imagem

ENDEREÇO

Rua Roberto Simonsen,

136-B, Sé, São Paulo

VISITAÇÃO

09/07/16 – 16/10/16

De terça a domingo,

das 12 às 19h

Entrada franca

Realização

Prefeitura de São Paulo

Fernando Haddad

Secretaria de Cultura

Maria do Rosário Ramalho

Museu da Cidade de São Paulo

Beatriz Cavalcanti de Arruda

Casa da Imagem

Henrique Siqueira

Monica Caldiron

Produção executiva

Automatica

Coordenação de produção

Mariana Schincariol de Mello

Gestão do projeto

Marisa S. Mello

Texto

Abilio Diniz Guerra

Revisão

Duda Costa

Tradução

John Norman

Design gráfico

Marise De Chirico

Impressão fotográfica

Giclê Fine Art Print

Assessoria de imprensa

Vicente Negrão Assessoria

Moldura

Somar

Montagem de obras

Manuseio

Educativo

Heloiza Soler,

Júlia Savaglia Anversa,

Gabriela Goelzer Bacelar

Programa Jovem Monitor Cultural

Jordi Ximenes,

Kathy Carvalho,

Larissa Vieira,

Michel Santos e

Paula Talib Assad

Arteducação Produções

Rodrigo Monteiro,

Anderson Barbosa,

André Rosa,

Camilla Zarbinati,

Gabriel Castro,

Marcella Custodio e

Rinah Souto

Estagiária

Jaqueline Dias

O problema do estacionamento no centro de São Paulo persiste desde a década de 1940. Entre 1960 e 1980 foram construídos 35 edifícios garagem na cidade com estacionamento mecanizado. Os maiores com mais de 600 vagas e até 38 pisos, são os mais altos do mundo. Em detrimento da migração dos investimentos para novas áreas, com uma frota de 7 milhões de veículos, os edifícios-garagem permanecem no centro histórico como um equipamento urbano de grande utilidade. A pesquisa de Felipe Russo nos últimos dois anos revela o interior misterioso e inacessível destas construções até então conhecidas apenas pelo aspecto exterior bruto e fantasmático.

A exposição Garagem Automática apresenta, de forma inédita, o ensaio sobre esta tipologia urbana realizada em São Paulo. As 25 fotografias capturadas em formato 4×5” que integram a exposição permitirão aos visitantes conhecer a intimidade destes edifícios, cujo acesso é negado aos usuários.


09/07/2016 —
16/10/2016

Tuca Vieira —
Atlas fotográfico da cidade de São Paulo e seus arredores

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Título do projeto

Atlas fotográfico da

cidade e São Paulo

e seus arredores

Artista

Tuca Vieira

LOCAL

Museu da Cidade

de São Paulo /

Casa da Imagem

ENDEREÇO

Rua Roberto Simonsen,

136-B, Sé, São Paulo

VISITAÇÃO

09/07/16 – 16/10/16

De terça a domingo,

das 12 às 19h

Entrada franca

REALIZAÇÃO

Prefeitura de São Paulo

Fernando Haddad

Secretaria de Cultura

Maria do Rosário Ramalho

Museu da Cidade de São Paulo

Beatriz Cavalcanti de Arruda

Casa da Imagem

Henrique Siqueira

Monica Caldiron

PRODUÇÃO EXECUTIVA

Automatica

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO

Mariana Schincariol de Mello

GESTÃO DO PROJETO

Marisa S. Mello

TEXTO

Guilherme Wisnik

REVISÃO

Duda Costa

TRADUÇÃO

John Norman

DESIGN GRÁFICO

Marise De Chirico

IMPRESSÃO FOTOGRÁFICA

Giclê Fine Art Print

ASSESSORIA DE IMPRENSA

Vicente Negrão Assessoria

MOLDURA

Somar

MONTAGEM DE OBRAS

Manuseio

EDUCATIVO

Heloiza Soler,

Júlia Savaglia Anversa,

Gabriela Goelzer Bacelar

PROGRAMA JOVEM MONITOR CULTURAL

Jordi Ximenes,

Kathy Carvalho,

Larissa Vieira,

Michel Santos e

Paula Talib Assad

ARTEDUCAÇÃO PRODUÇÕES

Rodrigo Monteiro,

Anderson Barbosa,

André Rosa,

Camilla Zarbinati,

Gabriel Castro,

Marcella Custodio e

Rinah Souto

ESTAGIÁRIA

Jaqueline Dias 

 Nos últimos anos o fotógrafo Tuca Vieira tem se dedicado a projetos internacionais de documentação urbana. A exposição Atlas fotográfico da cidade de São Paulo e seus arredores apresenta registros da metrópole na sua extensão, dividindo-a em 203 quadrantes semelhantes à divisão utilizada no antigo Guia 4 Rodas de São Paulo. Desde 2015 Vieira percorreu a cidade e realizou fotografias em formato 4×5” em cada recorte geográfico. Esta estratégia permite, por amostragem, criar uma representação da região metropolitana isenta da predileção do autor.Entre as discussões que o projeto permite, destacamos a criação de uma metodologia para representar tamanha extensão territorial, a autoria e ineditismo em projetos fotográficos, a mobilidade na metrópole, além de sintonizar questões como o desenvolvimento urbano da cidade e projetos antecessores, como o de Militão Augusto de Azevedo, fotógrafo do século XIX que o Museu guarda em seu acervo.

06/07/2016 —
28/08/2016

Gustavo Malheiros —
Atletas de Corpo e Alma

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Título do projeto

Atletas de Corpo e Alma

Artista

Gustavo Malheiros

LOCAL

Centro Cultural

Justiça Federal

ENDEREÇO

Av. Rio Branco, 241

Centro, Rio de Janeiro

VISITAÇÃO

06/07/2016 – 28/08/2016

Terça a Domingo 12 às 19h

Entrada franca

Realização

Arte e Ensaio GM

concepção

Gustavo Malheiros

curadoria

Milton Guran

projeto

ArteEnsaio

produção

Automatica

Produção atletas

Gabriela Lima

Clara Castro

Gestão

ArteEnsaio

Silvana Monteiro de Carvalho

Paula Feres Paixão

Maria Duprat

Design gráfico e expografia

Dínamo | Alexsandro Souza

manipulação de imagem

ArteEnsaio

Gilherme Costa

Pato Vargas

Impressão

Estúdio Lupa

Molduras

Enquadre

assessoria de imprensa

Fleishmanhillard Brasil

Renata Jordão

Assistentes de fotografia

Diego Patury Subtzki

Fernando Cazaes

Pedro Ivo Freitas

Rebeca Dourado

Integrante da programação oficial do FotoRio 2016, a exposição Atletas de corpo e alma, de Gustavo Malheiros, com curadoria de Milton Guran, apresenta cerca de 60 fotografias de atletas e paratletas de diversas modalidades esportivas.

07/11/2015 —
29/02/2016

Gustavo Malheiros —
Anônimos Famosos

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Título do projeto

Anônimos Famosos

Artista

Gustavo Malheiros

LOCAL

Centro Cultural Municipal

Parque das Ruínas

ENDEREÇO

R. Murtinho Nobre, 169

Santa Teresa, Rio de Janeiro

VISITAÇÃO

07/11/2015 – 29/02/2016

Terça a Domingo 10 às 18h

Entrada franca

 Realização

Arte e Ensaio GM e

Secretaria Municipal de

Cultura do Rio de Janeiro

 

Produção executiva

Automatica

Arthur Moura

Mariana Mello

 

Design gráfico

Pato Vargas

Guilherme Machado

 

Design da exposição

Dínamo | Alexsandro Souza

 

A exposição Anônimos Famosos é um desdobramento dos ensaios fotográficos de Gustavo Malheiros, dedicados aos personagens famosos pela população, em bairros cariocas – seja pela peculiaridade de seus trajes, pela irreverência em via pública ou pela notoriedade de seu trabalho.

Numa cidade que está cada vez mais no foco mundial, tudo parece acontecer em suas ruas. Foi pensando nos personagens que transitam por elas e tornam o seu cotidiano mais interessante que surgiu, em 2001, a ideia do livro Anônimos Famosos; e em 2011, uma nova edição. Fugindo dos estereótipos fotográficos que tornaram o Rio conhecido mundialmente e que, até hoje, são repetidamente retratados, Malheiros reúne uma série de retratos dos verdadeiros protagonistas da cidade. A exposição, com cerca de 45 fotografias, é um desdobramento dos dois livros publicados pelo fotógrafo sobre o assunto.

09/10/2015 —
15/11/2015

Barrão —
Fora daqui

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Título do projeto

Barrão – Fora daqui

Artista

Barrão

LOCAL

Casa França-Brasil

ENDEREÇO

Rua Visconde de Itaboraí, 78,

Centro, Rio de Janeiro

VISITAÇÃO

09/10 – 15/11/2015

Terça a Domingo 10 às 20h

Entrada franca

 

Coordenação de Produção

Luiza Mello

 

Produção

Ana Paula Vulcão

Arthur Moura

 

Texto critico

Felipe Scovino

 

Assistentes do artista

Bruno Bellini

Osiel Magalhães

 

Esculturas em fibra

Gabriel Barros

Marcenaria

Leonardo Padilha | DozePolegadas

 

Fotografia

Francisco de Souza

CASA FRANÇA-BRASIL
Coordenadora-Geral

Jeanine Toledo

Produtora

Lívia Ferraz

Programa Educativo – Coordenadora de Formação e Pesquisa

Cristina de Pádula

Gerente Administrativo – Patrimônio – Serviços Gerais

Marcos Braga

Administração

Fabiana Oliveira

Selma Fraiman

Manutenção

José Rosa Pires

Valdeci Costa Lima

Victor Ferreira

Esta exposição inaugura uma nova fase na obra de Barrão. A pluralidade de cores encontrada em trabalhos anteriores é substituída por um monocromo, e dois novos materiais são investigados: resina e gesso. O trabalho ganhou uma conotação mais sóbria, o que cria um enlace com o momento atual. Esta afirmação ganha mais sentido – lembrando que o prédio da Casa França Brasil foi uma alfândega e, portanto, porta de entrada para os imigrantes -, com o artista instalando uma barraca e outras “ilhas” que articulam territórios dentro do espaço da Casa. Como formas, desejos, origens e histórias de pessoas tão diferentes podem ocupar o mesmo espaço? Entre ser um lugar de passagem e um abrigo provisório, este território/alfândega encontra nos objetos do artista uma metáfora (utópica) sobre o mundo: na sua capacidade inventiva de aliar formas diversas que separadas seriam completamente antagônicas, como um quebra-cabeça, essas peças se adequam, partilham o mesmo terreno, encontram seus pares e ganham sentido. Finalmente, se deslocássemos esses procedimentos para uma visão política de mundo, as diferenças sociais e políticas seriam mais bem equilibradas.

Felipe Scovino

05/09/2015 - 01/11/2015

Daniel Steegmann Mangrané e Philipp Van Snick

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TÍTULO DO PROJETO

Daniel Steegmann Mangrané e Philipp Van Snick

 ARTISTAs

Daniel Steegmann Mangrané

Philipp Van Snick

LOCAL

Museu de Arte Moderna

do Rio de Janeiro

Casa Modernista

ENDEREÇO

MAM - Av. Infante

Dom Henrique, 85

Parque do Flamengo, Rio de Janeiro

Casa Modernista - R. Santa Cruz, 325

Vila Mariana, São Paulo

VISITAÇÃO

MAM – 05/09/2015 a 01/11/2015

Casa Modernista – 19/09/2015 a 01/11/2015

Curadoria

Marta Mestre

Coordenação de Produção

Luiza Mello

Produção

Arthur Moura

Assistentes dos artistas

Hanns Lennart Weissner (DSM)

Felix Luna (DSM)

Laura Van Snick (PVS)

Thomas Ost (PVS)

Instalação Sonora

Andrews de Freitas

Design Visual

Alexsandro Souza | Dínamo

Revisão

Rosalina Gouveia

Cenotécnica

Humberto Silva Junior

Versão em inglês

Chris Burden

Marise Barros

Agradecimentos

Afonso Luz

Luiza Mello

Marijke Dekeukeleire

Galeria Mendes Wood DM

Galeria Tatjana Pieters

Concebidas em dois capítulos, para duas cidades e para dois espaços singulares da arquitetura modernista brasileira – o Museu de Arte Moderna, no Rio de Janeiro e para a Casa Modernista, em São Paulo –, as exposições dos artistas Daniel Steegmann Mangrané e Philippe Van Snick têm como objetivo principal reforçar o dualismo e a simultaneidade no trabalho de ambos.

Se para Daniel Steegmann Mangrané (1977) o fazer artístico opera na dialética entre divisão e união, entre formas geométricas e orgânicas, ou entre cultura e natureza, para Philippe Van Snick (1946), por seu turno, as condições de percepção material são aferidas por princípios matemáticos e aritméticos (especialmente nos seus trabalhos iniciais), e mais recentemente pela sensibilidade que, para o artista, é uma “forma de percepção mental”. No trabalho de ambos, a posição e a experiência (física, subjetiva, política) do espectador adquirem um caráter provisório e fragmentado, e se relacionam, de forma caleidoscópica, com a repartição dos elementos no mundo ao redor.

As duas exposições articulam uma dinâmica própria, não sendo necessário ver uma para saber como “termina a história” da outra. Assemelhando-se com algo, seriam um eco, um mesmo som ouvido distintamente.

(fragmento do texto curatorial de Martha Mestre)

12/09/2015 —
14/11/2015

Travessias 4 —
Arte Contemporânea na Maré

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TÍTULO DO PROJETO

Travessias 4

Arte Contemporânea na Maré

ARTISTAS

Eduardo Coimbra

Regina Silveira

Marie Carangi

Henrique Gomes

LOCAL

Galpão Bela Maré

ENDEREÇO

Rua Bittencourt Sampaio, 169,

entre as passarelas 9 e 10

da Av. Brasil, Maré

Rio de Janeiro

VISITAÇÃO

12/09 – 14/11/2015

Terça a Sábado 10h as 17h

Entrada Franca

realização

Observatório de Favelas

Automatica

Rua Arquitetos

direção

Observatório de Favelas |

Jailson de Souza e Silva

Jorge Luis Barbosa

Eduardo Alves

Elionalva Sousa Silva

Erasmo Carlos de O. Castro

Raquel Willadino Braga

Produção e Gestão

Automatica

Coordenação de produção

Luiza Mello

Mariana Schincariol de Mello

Gestão

Marisa S. Mello

produção

Ana Paula Vulcão

Leticia Libanio

Produção Galpão Bela Maré

Mariluci Nascimento

Geisa Lino

Alexandre Silva

Arquitetura

Rua Arquitetos |

Pedro Évora

Fabiano Pires

Consultoria de conteúdo

Gabriela Moulin

Design Gráfico

Quinta-feira

Programa educativo

Coordenação

Janis Clémen

Educadora assistente de coordenação

Letícia Souza

Educadores

Cami Carrello

Carolina Aleixo

Daniel Remilik

David Alfredo

Nívea Santana

Renata Sampaio

articulação

Redes de

Desenvolvimento da Maré |

Eliana Sousa e Silva

coordenação de Articulação

Alberto Aleixo

Articuladores

Carlos Cunha

Loran Santos

Assessoria de Imprensa

Observatório de Favelas

Silvana Bahia

Piê Garcia

Comunicação digital

Observatório de Favelas (Agência Diálogos)

14

Cobertura fotográfica

Observatório de Favelas (Agência Diálogos)

Douglas Lopes

Gabriela Carrera

Audiovisual

Observatório de Favelas (Agência Diálogos)

14

Iluminação

BLight

Zelador

Luiz Gonzaga dos Santos

Limpeza

Marcia da Silva Pereira

Agradecimentos

Clarissa Diniz

Eduardo Verderame

Luiz Zerbini

Rodrigo Mascarenhas

Tatiana Antunes

Apresentado por

Petrobras

A exposição Travessias – Arte Contemporânea na Maré chega ao seu quarto ano de atividades se consolidando como um projeto de reflexão e discussão sobre arte contemporânea e as transformações do espaço urbano na atualidade.

O Travessias entende a arte como um lugar capaz de gerar e transbordar novos contatos afetivos e criativos com o mundo e entre as pessoas. Foram convidados dois artistas – Regina Silveira e Eduardo Coimbra – para produzir obras a partir de um olhar para a Maré. De encontro a este convite, foi aberto pela primeira vez um edital público para receber projetos de artistas não inseridos no circuito de mercado da arte. Dos 122 fluxo de ideias e projetos recebidos, foram selecionadas duas propostas: “Corte estilo guilhotina”, de Marie Carangi e “Interiores da Maré”, da dupla Antonello Veneri & Henrique Gomes.

24/07/2015 — 31/08/2015

Memórias Capitais

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titulo do projeto

Memórias Capitais

local

SESC Quitandinha

Endereço

Avenida Joaquim Rolla, 2

Petrópolis

visitação

24/07/2015 – 31/08/2015

Terça a Sábado 10h as 17h

Domingo e feriado 10h as 16h

Entrada franca

Projeto e conteúdo audiovisual

Automatica e Estúdio Zut!

Conceito original

Matthieu Rougé e Cacá Machado

Criação, curadoria e fotografias

Matthieu Rougé

Criação sonora

Alessa Camarinha e Matthieu Rougé

Editor After Effect

Youssef Harmali

Supervisão técnica de conteúdo

Automatica

Arquitetura e Concepção Expográfica

Luís Felipe Abbud / NUMENA

Supervisão técnica

Lee de Castro e Sergio Santos

Comunicação visual

Alexsandro Souza / DÍNAMO

Agradecimentos

Cacá Machado

Christophe Buffet

Gabriel Piotto

Leticia Falcão

Diana Barros

Memórias Capitais apresenta uma instalação multimídia em que sons e imagens interagem, revelando aspectos das capitais brasileiras. A proposta de embaralhar a divisão geopolítica estabelecida, diluindo fronteiras pré-determinadas, tem os sons auscultados e amplificados, remixados e distribuídos no pavilhão. Nesta poética, a geografia afetiva destas narrativas está sempre em primeiro plano. Os caminhos deste percurso são como fios de memórias que se soltam e se emaranham em novos contextos.

Memórias Capitais registra sons, sinais, ritos, sensações, lugares, hábitos, traços culturais e espaços de convivência experimentados por aqueles que nasceram nas principais cidades do país e vivenciaram o seu cotidiano. Esses patrimônios individuais – memória por vezes difusa, afetiva ou crítica -, sentimentos de pertencimento a um local no tempo e no espaço, são socializados com o público, revelando que a memória é dinâmica, não está presa ao passado, estabelece vínculos com o futuro e, sobretudo, é uma força coletiva que unifica e forma identidades.

08/07/2015 — 08/05/2016

Rio Setecentista, quando o Rio virou capital

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título do projeto

Rio Setecentista, quando

o Rio virou capital

local

MAR – Museu de Arte do Rio

endereço

Praça Mauá, 5, Centro,

Rio de Janeiro

visitação

08/07/2015 a 08/05/2016

Terça a domingo 10h as 17h

CURADORIA

Myriam Andrade Ribeiro

Anna Maria Monteiro de Carvalho

Margareth Pereira

Paulo Herkenhoff

 COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO

Mariana Schincariol de Mello

 PRODUÇÃO

Ana Paula Vulcão

 ASSISTENTE DE PRODUÇÃO

Leticia Libanio 

fotografia

Thales Leite

Museu de arte do rio – instituto odeon

presidente

Éder Sá Alves Campos

vice presidente

Afonso Henriques Borges Ferreira

diretor presidente

Carlos Gradim

diretora excutiva

Adriana Karla Rodrigues

diretor administrativo-financeiro

Luiz Guimarães

diretor de projetos e gestão

Tiago Cacique

Diretor Cultural

Paulo Herkenhoff

gerente de conteúdo

Clarissa Diniz

gerente de comunicação

Hannah Drumond

gerente de produção

Daniel Bruch

gerente de educação

Janaina Melo

A exposição Rio Setecentista, quando o Rio virou capital, propõe um trajeto visual para adentrar esse século da história da cidade. No século XVIII, o Rio de Janeiro torna-se capital do Vice-reino do Brasil e efetivamente se transforma na cidade que conhecemos: área de encontro entre cultura e comércio, polo de urbanidade e símbolo de brasilidade frente ao mundo.

Do Rio setecentista, do Rio do ouro, do barroco e rococó, dos escravos do Valongo e do Paço dos Vice-reis restam sobrevivências. O que desse Rio foi destruído, o que é herança ingrata? Certamente foi no século XVIII que o Rio assegurou sua fama estética. A cidade une beleza natural a beleza urbana, ideia recorrente em propagandas, propostas políticas ou mesmo críticas. Também naquele momento, a população negra expandiu-se, ainda que sempre à margem, e os índios, tão importantes na luta pela posse e fundação da cidade junto aos portugueses, simplesmente desapareceram do registro do desenvolvimento carioca.

O Rio de Janeiro é um lugar privilegiado por natureza, mas é também reflexo de sua complexa e contraditória história. A exposição procura adentrar nessas questões através de obras do acervo do MAR e de outras instituições como o Convento de Santo Antônio e a Fundação Biblioteca Nacional.

01/07/2015 — 27/09/2015

Imaterialidade

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Título do projeto

Imaterialidade

Artistas

Anthony McCall

Ben Vautier

Brigida Baltar

Bruce Nauman

Carlito Carvalhosa

Ceal Floyer

Fabiana de Barros e

Michel Favre

François Morellet

James Turrell

José Damasceno

Keith Sonnier

Laura Vinci

Marcius Galan

Marcos Chaves

Paola Junqueira

Paulo Vivacqua

Ryan Gander

Waltercio Caldas

Local

SESC Belenzinho

Endereço

R. Padre Adelino, 1000

Belenzinho, São Paulo

Visitação

01/07 a 27/09/2015

Terça a Sábado 9h as 20h

Domingo e feriado 9 as 19h

Entrada franca

Curadoria

Adon Peres e Ligia Canongia

Produção

Automatica

Coordenação

Luiza Mello

Produtor

Arthur Moura

Arquitetura

Marta Bogea

Tiago Guimarães

Identidade Visual

Celso Longo + Daniel Trench

Assistentes

Felipe Sabatini

Manu Vasconcelos

Projeto de Iluminação

Design da Luz Estúdio

Designer

Fernanda Carvalho Assistente

Charly Ho

Montagem

Fase Produção

Coordenação

Sergio Santos

Montagem da obra

Precaução de Contato

Claudia Cardoso

Leandra Espírito Santo

Helio Bartsch

Juan Cordeiro

Consultoria e coordenação

técnica da obra You are here

Estúdio Laborg

Assistentes dos artistas

Harsh Nambiar

Nicole Wittenberg (A. McCall)

Torsten Braun (J. Turrell)

Ação Educativa

A Contemporânea

Assessoria de imprensa

Verbena Comunicação

Logística

AL Consultancy

Seguro

Affinité

Apoio

Electronic Arts Intermix

Nova Iorque

Franck Marlot

Galeria Nara Roesler

Galeria Luciana Brito

Galeria Luisa Strina

George Iso Cohen

Häusler Contemp. München/Zürich

Hess Collection Berne

Lisson Gallery London/SP

Regina Mayall Edelman

Sesc BELENZINHO

PROGRAMAÇÃO

Salete dos Anjos

coordenação

Catia Leandro

Juliana Santos

supervisão

Christine Villa Santos

Leandro Ferre Caetano

produção

Juraci de Souza

Imaterialidade é uma exposição coletiva realizada no SESC Belenzinho, com curadoria de Ligia Canongia e Adon Peres, composta por 22 obras, assinadas por 10 artistas brasileiros – Brígida Baltar, Carlito Carvalhosa, Fabiana de Barros & Michel Favre, José Damasceno, Laura Vinci, Marcius Galan, Marcos Chaves, Paola Junqueira, Paulo Vivacqua e Waltercio Caldas – e 8 artistas de outras nacionalidades – Anthony McCall (Inglaterra), Ben Vautier (Itália), Bruce Nauman (EUA), Ceal Floyer (Paquistão) François Morellet (França), James Turrell (EUA), Keith Sonnier (EUA) e Ryan Gander (Inglaterra).

A exposição mostra os artistas em questão que lidam com esses dois modos de relacionamento com a obra de arte – a questão da “matéria” ou da “não matéria”, onde pode ou não haver uma materialidade concreta. Adon Peres comenta como o espectador se defrontará com essas duas maneiras de percepção artística: “no primeiro caso, se estabelece uma relação específica sujeito-objeto, na qual prevalece certo distanciamento, diferente do segundo, principalmente nas instalações, onde o espectador é literalmente imerso na atmosfera da obra”.

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