Automatica

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10/03/2018 — 03/06/2018

Dreaming Awake

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TíTULO DO PROJETO

Dreaming Awake

local

Marres, Maastricht 

visitação

10/03/2018 – 03/06/2018 

Curadoria

Luiza Mello

Valentijn Byvanck

Artistas

Luiz Zerbini

Daniel Steegmann Mangrané

Dominique Gonzalez-Foester

PRODUÇÃO

Torsten Uerlings

Design do livro

João Doria

Equipe de montagem

Tymen Dekker

Looy Driesser

Jeroen Evertz

Ralf Nevels

Niklas van Woerden

Equipe de montagem do jardim

Robin Lock

Irene Walraven

Equipe de montagem Promenade 2

Martial Garfione

Milo Kusmic | 2K communicatie

Equipe de montagem Spiral Forest

Roman Soroko | Eidotech

Colaboradores do projeto

Yasmin Assade

Geralda Januário

Paulo Januário

Fotografia

Rob van Hoorn

Gert Jan van Rooij

Agradecimentos especiais

Automatica

Bill Bowen

Frederico Coelho

Drukkerij Tielen

Natacha Fink

Sebastiaan Hanekroot

Hexspoor

Ayumi Higuchi

Eduardo Kohn

Jorn Konijn

Mariana Mello

Marisa Mello

Jonas Ohlsson

Helena and John Plummer

Gladys Schincariol

Alexsandro Souza | Dinamo design

UNICUM

Hans Vissers

Stichting de Vrolijkheid

Team Marres

A exposição Dreaming Awake apresentou uma floresta tropical em camadas. A umidade, o calor, os sons, a multiplicidade de espécies de tirar o fôlego na floresta Amazônica são formas invasivas em que uma paisagem se impõe sobre nós. Uma vez dentro, não há como escapar. A pressão do ambiente é tão poderosa e hipnotizante, que nos leva a um estado de sonho.

O projeto foi desenvolvido pela curadora Luiza Mello e pelo diretor da Marres Valentijn Byvanck em colaboração com os artistas Dominique Gonzalez-Foerster, Daniel Steegmann Mangrané e Luiz Zerbini.

Luiz Zerbini transformou o térreo do Marres em um ambiente imersivo com plantas naturais. Natureza espiritual da realidade é uma quase-pintura viva em que somos tocados pela umidade, calor, cheiro de terra molhada, decomposição das folhas, e onde nos maravilhamos com uma multiplicidade de cores e formas cuidadosamente colocadas no espaço pelo artista.

Subindo as escadas, o visitante se depara com novas camadas dessa floresta sonhada. Em Promenade 2, a artista francesa Dominique Gonzalez-Foerster nos convida a abstrair o mundo exterior e vivenciar o som de uma tempestade tropical. O espaço está vazio, a arquitetura se dissolve para que nossa atenção se volte completamente para aquele ambiente sonoro.

Daniel Steegmann Mangrané apresenta o filme Spiral Forest, onde uma câmera gira na Mata Atlântica criando movimentos interligados. O corpo do espectador gira em torno dessa espiral contínua e é projetado para dentro da floresta, entrando no fluxo da imagem em momento. O segundo trabalho, Phantom, é um ambiente de realidade virtual em que os visitantes, usando um Oculus Rift, entram e percorrem uma floresta escaneada em preto e branco.

A exposição Dreaming Awake foi realizada no Marres, Maastricht, Países Baixos, entre os dias 10 de março e 3 de junho de 2018.

18/01/2018 — 20/01/2018

DIGI –
Festival de Cultura Digital

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Título do projeto

DIGI – Festival de Cultura Digital 

Local

CCBB Rio de Janeiro

endereço

R. Primeiro de Março – Centro, Rio de Janeiro 

visitação

18/01/2018 – 20/01/2018

De 09h às 21h

produção

Automatica

Curadoria

Arthur Protasio e Henrique Granado

Coordenação geral

Eva Doris Rosental

Consultoria

Heloisa Buarque de Hollanda

Projeto gráfico

Dínamo Design

Pesquisa (DIGI CUBO)

Isabella Alvarez [Automatica Edições]

Assessoria de imprensa

Meise Halabi

Mídias digitais

14 agência de conteúdo estratégico

Cenografia

Cenografia.net

Iluminação

BLight

Audiovisual

On Projeções

Sonorização

Boca no Trombone

Coordenação da monitoria

Diogo Fernandes

monitores

Amilton Folly, Ana Portocarrero , Anne Juliette, Ariel Carolina Mendonça, Caio Passos, Carol Cañellas, Clarissa Bernardo, Douglas Cunha, Eduardo Teixeira, Giovanna Dalforte, Isabella Alvarez, Jéssica Oggioni, Joyce Elisa , Karen de Moura, Larissa Marinho, Leandro Gonçalo, Letícia Linhares, Marco Antônio, Matheus Vieira, Mikey Vieira, Pedro Camelo, Raquel Cardoso, Renato Russo, Stênio Nóbrega , Taís Turaça, Vinícius dos Santos, Virgínia Adler, Wender Roberto

Agradecimentos

Abragames, Akom Studio, Ana Paula D’Arievilo, Álvaro Piquet Pessoa, Gustavo Klein, RING, Théo Buarque de Hollanda, Virtopia, Voxels A todos os que colaboraram enviando conteúdo.

DIGI é um Festival de entretenimento e reflexão articulados em cinco eixos: vídeo, aúdio, game, realidade virtual e literatura; realizado no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro, nos dias 18, 19 e 20 de janeiro de 2018.

Sob a coordenação geral de Eva Doris Rosental, consultoria de Heloisa Buarque de Hollanda e curadoria de Arthur Protasio (diretor criativo da Fableware Narrative Design) e Henrique Granado (diretor do Conselho Jedi Rio), o evento transmídia constitui-se abrangente tanto em número de plataformas, como em seu conteúdo.

O foco curatorial na produção brasileira digital contempla-se na programação pautada com cerca de 90% de suas atrações sendo nacionais, entre as exibições dos 32 games, 74 vídeos (sobre consciência negra, gênero e diversidade, curtas e webséries, vlogs e fanfilmes); realização de 12 debates/palestras, talk shows e shows de Preta-Rara (rapper, arte-educadora e idealizadora da websérie “Nossa Voz Ecoa”), da orquestra Ritornello de Jedi (repertório de trilhas musicais de videogames, séries e desenhos, com cordas e vozes) e da banda The Screeners, que apresenta versões rock de trilhas de séries, games e filmes.

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01/08/2017 — 22/09/2017

ARTESANIA FOTOGRÁFICA —
A construção e a desconstrução de imagem

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TÍTULO DO PROJETO

Artesania Fotográfica

A construção e a

desconstrução da imagem

CURADORIA

Marcia Mello

ARTISTAS

Artistas

Francisco Moreira da Costa

Cris Bierrenbach

Roger Sassaki

Ailton Silva

Mauro Fainguelernt

Ricardo Hantzchel

Tiago Moraes

Regina Alvarez 

Produção

Automatica

Luiza Mello

Mariana Schincariol de Mello

Assistente de produção

Leticia Libanio

 Apoio de produção 

Paulino Costa Neto

Gestão 

Marisa S. Mello

Design gráfico 

Dínamo

Alexsandro Souza

Cenotécnica 

H. O. Silva Produções

Humberto Junior

Iluminação 

BeLight

Samuel Betts

Montagem

Ivar Rocha

Ivonne Villamil

Revisão de texto

Duda Costa

Versão em inglês

Christopher Burden

 Assessoria de imprensa 

Meise Halabi

Agradecimentos

Antonio Saggese

Fabian Alvarez

Marian Wolff Starosta

Villa Sophia

Apoio 

Audi Magazine

Trip Editora

Museu de Arte do Rio

Concebida especialmente para o Espaço Cultural BNDES, Artesania Fotográfica apresenta o resultado da pesquisa de sete fotógrafos contemporâneos brasileiros, que optaram por utilizar processos alternativos de impressão de imagem: daguerreotipia, ambrotipia, platinotipia, cianotipia,  albumina e calótipo, técnicas usadas a partir de 1839 e praticadas até o início do século XX por fotógrafos amadores e profissionais.

A curadora Marcia Mello elegeu trabalhos com uma linguagem mais clássica e que também trazem questões atuais de Francisco Moreira da Costa, Cris Bierrenbach, Roger Sassaki, Ailton Silva, Mauro Fainguelernt, Ricardo Hantzchel e Tiago Moraes.

A fotógrafa Regina Alvarez (Rio de Janeiro, 1948-2007), pioneira no uso de técnicas alternativas de produção e impressão de fotografia no Brasil, está sendo homenageada com apresentação de documentos, anotações pessoais e trabalhos de sua autoria.

06/05/2017 — 08/07/2017

TRAVESSIAS 5 —
Emergência

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TÍTULO DO PROJETO

Travessias 5: Emergência

CURADORIA

Moacir dos Anjos

ARTISTAs

Bárbara Wagner e Benjamin de Burca

Clara Ianni

Daniel Lima

Gustavo Speridião

Jaime Lauriano

Jota Mombaça

Lais Myrrha

Lourival Cuquinha

Mariana Lacerda e Pedro Marques

Marilá Dardot

Paulo Nazareth

Regina Parra

Rosana Palazyan

Thiago Martins de Melo

LOCAL

Galpão Bela Maré

VISITAÇÃO

06/05/17 a 08/07/19

Realização

Observatório de Favelas, Automatica e Rua Arquitetos

PRODUÇÃO E GESTÃO

Automatica

coordenação de produção

Luiza Mello

Mariana Schincariol de Mello

GESTÃO DO PROJETO

Marisa S. Mello

design

Quinta-feira

Direção

Observatório de Favelas

Jailson de Souza e Silva

Jorge Luiz Barbosa

Eduardo Alves

Elionalva Sousa Silva

Raquel Willadino Braga

Produção Galpão Bela Maré

Alexandre Silva

Produção de mobilização

Geisa Lino

Arquitetura

Rua Arquitetos

Pedro Évora

Olivia Vigneron

Design Gráfico

Quinta-feira

Comunicação Digital

Observatório de Favelas (Agência Diálogos)

Assessoria de Imprensa

Observatório de Favelas

Piê Garcia

Priscila Rodrigues

 Articulação

Redes da Maré

Eliana Sousa Silva

 Coordenação

Alberto Aleixo

 Programa Educativo

 Coordenação

Janis Clémen

Educadores

Letícia Souza

Michelle Barros

Daniel Remilik

Jean Carlos Azuos

Cobertura Fotográfica

Observatório de Favelas (Agência Diálogos)

Douglas Lopes

Gabriela Carrera

Audiovisual

Observatório de Favelas (Agência Diálogos)

Iluminação

BLight

Samuel Betts

Zelador

Luiz Gonzaga dos Santos

Limpeza

Marcia da Silva Pereira

A 5a edição da exposição TRAVESSIAS, aberta ao público de 06 de maio a 08 de julho de 2017, tem curadoria de Moacir dos Anjos e apresenta obras de 16 artistas no Galpão Bela Maré. TRAVESSIAS é uma iniciativa do Observatório de Favelas e da produtora Automatica, em colaboração com o RUA arquitetos e com a Redes de Desenvolvimento da Maré. O projeto tem por finalidade realizar, anualmente, uma exposição de arte contemporânea na favela da Maré, além de debates, oficinas e ações educativas que tomem a mostra como sua principal plataforma. A travessia que o projeto propõe ultrapassa, contudo, a dimensão geográfica que seu título e sua localização sugerem, referindo-se também à amplitude e à diversidade das interlocuções que a arte pode travar com a sociedade.

Com o título EMERGÊNCIA, a exposição faz referência tanto à urgência do momento vivido quanto ao surgimento de imagens e gestos que confrontam as forças sociais regressivas que teimam em se manter ativas no Brasil. É composta por vozes artísticas diversas que compõem um coro dissonante de falas que tem menos a pretensão de ser ouvido como discurso organizado e mais a vontade de fazer um ruído que promova inquietação.

EMERGÊNCIA é composta por trabalhos produzidos por 16 artistas de procedências variadas e apresentados em meios diversos. São eles: Bárbara Wagner e Benjamin de Burca, Clara Ianni, Daniel Lima, Gustavo Speridião, Jaime Lauriano, Jota Mombaça, Lais Myrrha, Lourival Cuquinha, Mariana Lacerda e Pedro Marques, Marilá Dardot, Paulo Nazareth, Regina Parra, Rosana Palazyan e Thiago Martins de Melo. Ao formularem respostas ao que emerge com urgência no país, os trabalhos desses artistas contribuem para a invenção de modos mais críticos e inclusivos de representar o Brasil contemporâneo.

27/05/2017 — 23/07/2017

Fabio Cardoso —
Quase Pinturas

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TÍTULO DO PROJETO

Quase pinturas

CURADORIA

Agnaldo Farias

ARTISTA

Fabio Cardoso

LOCAL

Caixa Cultural Rio de Janeiro

ENDEREÇO

Rua Almirante Barroso, 25

VISITAÇÃO

27/05/17 a 23/07/17

PRODUÇÃO local

Automatica

design

Gisela Domschke

Ally Fukumoto

iluminação

Samuel Betts Blight

Montagem

André Renauld

Ivar Rocha

ASSESSORIA DE IMPRENSA

Meise Halabi

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro exibe, de 27 de maio a 23 de julho de 2017, a mostra Quase pinturas, do artista plástico paulista Fabio Cardoso. A exposição é composta de uma série homônima de 13 trabalhos figurativos a óleo inéditos no Rio até então. Com curadoria do crítico de arte Agnaldo Farias.

No processo de criação das obras expostas, Fabio Cardoso parte da tela coberta de tinta preta; remove a tinta para revelar cenas que havia registrado com a câmera do celular. Para finalizar, o artista sobrepõe uma placa fina de acrílico transparente, colorido ou não, sobre a tela a óleo, que remete à velatura – leve camada de tinta aplicada sobre a pintura, deixando transparecer a tinta que está por baixo) – conferindo uma luminosidade singular aos trabalhos.

O ato de subtrair tinta da tela para formar imagens aproxima essa série, iniciada em 2014, do processo escultórico, como se o material bruto estivesse sendo esculpido para fazer surgir a figuração. Daí o título da mostra, Quase pinturas.

20/03/2017 — 19/05/2017

Marcelo Silveira –
Residência Belo Jardim

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TÍTULO DO PROJETO

Ciclo de exposições artísticas

em Belo Jardim

CURADORIA

Kiki Mazuchelli

Cristiana Tejo

ARTISTA

Marcelo Silveira

LOCAL

Belo Jardim

VISITAÇÃO

20/03/2017 a 19/05/2017

PRODUÇÃO EXECUTIVA

Automatica

coordenação de produção

Luiza Mello

Mariana Schincariol de Mello

GESTÃO DO PROJETO

Marisa S. Mello

design

Priscila Gonzaga

assistentes do artista

Barbara Amorim

Ana

Aline

Monica Silveira

ASSESSORIA DE IMPRENSA

Mariana Olveira

Vídeos

João Lucas Melo / Jacaré Vídeo

Produção local e assistente de curadoria

André Vieira

Conteúdo

Cristina Huggins

Educadores

Antônio Wellington

Martha Ferreira

Vanessa Melo

Pierre Tenório

Fotografia

Bernardo Teshima

No dia 20 de março de 2017, teve início, no município de Belo Jardim, a 180 km do Recife, a Residência Belojardim. O projeto, que tem curadoria de Cristiana Tejo e Kiki Mazzucchelli, começa com a residência de dois meses do artista Marcelo Silveira na cidade. A ideia geral é levar artistas contemporâneos periodicamente para o município, estimulando o contato entre a população da cidade e as artes visuais.

Residência Belojardim é um programa de longo prazo que busca incentivar discussões em torno do significado sociocultural do termo Nordeste e do legado da arte da região nos dias de hoje, a partir da experiência in loco no município de Belo Jardim. A cada ano, um(a) artista será convidado a residir na cidade por um período de dois meses, desenvolvendo projetos especialmente comissionados para o contexto local. A Residência Belojardim prevê ainda uma série de eventos paralelos que serão idealizados em diálogo próximo com a proposta dos artistas residentes, podendo incluir desde conversas, performances, projeções de filmes, workshops, entre outros.

Durante sua temporada na cidade, Marcelo Silveira apresenta oito obras e, a cada semana, uma delas entra em destaque. O artista transformou a antiga fábrica de doces Mariola em seu ateliê. É lá que, semanalmente, ele promove encontros com grupos diversos da cidade para um almoço. A ideia é que a obra da semana, sua poética, suas reflexões possam pautar as conversas: “É na mesa que surgem as melhores conversas, por isso nossa proposta de reunir as pessoas em torno dela. O foco não é a comida, ela é um acessório dentro do processo”, explica. O ateliê belo-jardinense esteve aberto para receber os interessados em estabelecer  diálogos. Silveira cultiva uma especial preocupação com a necessidade de fomentar pactos, trocas, conversas.  O artista pretende lançar um olhar sensível sobra a cidade, encontrando beleza e estética em locais e práticas que talvez passem desapercebidos no dia a dia.

21/05/16 — 03/06/16

Gabriela Machado
Things That Fit in My Hand

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TÍTULO DO PROJETO

Things That Fit in My Hand

LOCAL

MAM RJ

ENDEREÇO

Avenida Infante Dom Henrique, 85,

Parque do Flamengo, Rio de Janeiro

VISITAÇÃO

de terça a sexta-feira,

das 12h às 18h.

sábados e domingos,

das 11h às 18h

PRODUÇÃO EXECUTIVA

Automatica

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO

Luiza Mello

ILUMINAÇÃO

Blight

CENOTÉCNICA

HO Produções e Eventos

Em sua História da Eternidade, Jorge Luis Borges dizia “lemos no Timeu de Platão que o tempo é uma imagem móvel da eternidade; e isso é apenas um acorde que a ninguém distrai da convicção de ser a eternidade imagem feita de substância de tempo. Essa imagem, essa tosca palavra enriquecida pelas discórdias humanas, é o que me proponho historiar.” Gabriela Machado na exposição Things that fit in my hand faz sua própria narrativa sobre o tempo. Um tempo não-linear, composto por labirintos; um tempo esculpido com as mãos.  Resultantes de três anos de produção, as esculturas nesta mostra trazem consigo o resultado de uma formalização da passagem do tempo e de como ele pode ser representado a partir de uma percepção do espaço.

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