Automatica

01/08/2017 - 22/09/2017

ARTESANIA FOTOGRÁFICA —
A construção e a desconstrução de imagem

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TÍTULO DO PROJETO

Artesania Fotográfica

A construção e a

desconstrução da imagem

CURADORIA

Marcia Mello

ARTISTAS

Artistas

Francisco Moreira da Costa

Cris Bierrenbach

Roger Sassaki

Ailton Silva

Mauro Fainguelernt

Ricardo Hantzchel

Tiago Moraes

Regina Alvarez 

Produção

Automatica

Luiza Mello

Mariana Schincariol de Mello

Assistente de produção

Leticia Libanio

 Apoio de produção 

Paulino Costa Neto

Gestão 

Marisa S. Mello

Design gráfico 

Dínamo

Alexsandro Souza

Cenotécnica 

H. O. Silva Produções

Humberto Junior

Iluminação 

BeLight

Samuel Betts

Montagem

Ivar Rocha

Ivonne Villamil

Revisão de texto

Duda Costa

Versão em inglês

Christopher Burden

 Assessoria de imprensa 

Meise Halabi

Agradecimentos

Antonio Saggese

Fabian Alvarez

Marian Wolff Starosta

Villa Sophia

Apoio 

Audi Magazine

Trip Editora

Museu de Arte do Rio

Concebida especialmente para o Espaço Cultural BNDES, Artesania Fotográfica apresenta o resultado da pesquisa de sete fotógrafos contemporâneos brasileiros, que optaram por utilizar processos alternativos de impressão de imagem: daguerreotipia, ambrotipia, platinotipia, cianotipia,  albumina e calótipo, técnicas usadas a partir de 1839 e praticadas até o início do século XX por fotógrafos amadores e profissionais.

A curadora Marcia Mello elegeu trabalhos com uma linguagem mais clássica e que também trazem questões atuais de Francisco Moreira da Costa, Cris Bierrenbach, Roger Sassaki, Ailton Silva, Mauro Fainguelernt, Ricardo Hantzchel e Tiago Moraes.

A fotógrafa Regina Alvarez (Rio de Janeiro, 1948-2007), pioneira no uso de técnicas alternativas de produção e impressão de fotografia no Brasil, está sendo homenageada com apresentação de documentos, anotações pessoais e trabalhos de sua autoria.

06/05/2017 - 08/07/2017

TRAVESSIAS 5 —
Emergência

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TÍTULO DO PROJETO

Travessias 5: Emergência

CURADORIA

Moacir dos Anjos

ARTISTAs

Bárbara Wagner e Benjamin de Burca

Clara Ianni

Daniel Lima

Gustavo Speridião

Jaime Lauriano

Jota Mombaça

Lais Myrrha

Lourival Cuquinha

Mariana Lacerda e Pedro Marques

Marilá Dardot

Paulo Nazareth

Regina Parra

Rosana Palazyan

Thiago Martins de Melo

LOCAL

Galpão Bela Maré

VISITAÇÃO

06/05/17 a 08/07/19

Realização

Observatório de Favelas, Automatica e Rua Arquitetos

PRODUÇÃO E GESTÃO

Automatica

coordenação de produção

Luiza Mello

Mariana Schincariol de Mello

GESTÃO DO PROJETO

Marisa S. Mello

design

Quinta-feira

Direção

Observatório de Favelas

Jailson de Souza e Silva

Jorge Luiz Barbosa

Eduardo Alves

Elionalva Sousa Silva

Raquel Willadino Braga

Produção Galpão Bela Maré

Alexandre Silva

Produção de mobilização

Geisa Lino

Arquitetura

Rua Arquitetos

Pedro Évora

Olivia Vigneron

Design Gráfico

Quinta-feira

Comunicação Digital

Observatório de Favelas (Agência Diálogos)

Assessoria de Imprensa

Observatório de Favelas

Piê Garcia

Priscila Rodrigues

 Articulação

Redes da Maré

Eliana Sousa Silva

 Coordenação

Alberto Aleixo

 Programa Educativo

 Coordenação

Janis Clémen

Educadores

Letícia Souza

Michelle Barros

Daniel Remilik

Jean Carlos Azuos

Cobertura Fotográfica

Observatório de Favelas (Agência Diálogos)

Douglas Lopes

Gabriela Carrera

Audiovisual

Observatório de Favelas (Agência Diálogos)

Iluminação

BLight

Samuel Betts

Zelador

Luiz Gonzaga dos Santos

Limpeza

Marcia da Silva Pereira

A 5a edição da exposição TRAVESSIAS, aberta ao público de 06 de maio a 08 de julho de 2017, tem curadoria de Moacir dos Anjos e apresenta obras de 16 artistas no Galpão Bela Maré. TRAVESSIAS é uma iniciativa do Observatório de Favelas e da produtora Automatica, em colaboração com o RUA arquitetos e com a Redes de Desenvolvimento da Maré. O projeto tem por finalidade realizar, anualmente, uma exposição de arte contemporânea na favela da Maré, além de debates, oficinas e ações educativas que tomem a mostra como sua principal plataforma. A travessia que o projeto propõe ultrapassa, contudo, a dimensão geográfica que seu título e sua localização sugerem, referindo-se também à amplitude e à diversidade das interlocuções que a arte pode travar com a sociedade.

Com o título EMERGÊNCIA, a exposição faz referência tanto à urgência do momento vivido quanto ao surgimento de imagens e gestos que confrontam as forças sociais regressivas que teimam em se manter ativas no Brasil. É composta por vozes artísticas diversas que compõem um coro dissonante de falas que tem menos a pretensão de ser ouvido como discurso organizado e mais a vontade de fazer um ruído que promova inquietação.

EMERGÊNCIA é composta por trabalhos produzidos por 16 artistas de procedências variadas e apresentados em meios diversos. São eles: Bárbara Wagner e Benjamin de Burca, Clara Ianni, Daniel Lima, Gustavo Speridião, Jaime Lauriano, Jota Mombaça, Lais Myrrha, Lourival Cuquinha, Mariana Lacerda e Pedro Marques, Marilá Dardot, Paulo Nazareth, Regina Parra, Rosana Palazyan e Thiago Martins de Melo. Ao formularem respostas ao que emerge com urgência no país, os trabalhos desses artistas contribuem para a invenção de modos mais críticos e inclusivos de representar o Brasil contemporâneo.

27/05/2017 - 23/07/2017

Fabio Cardoso —
Quase Pinturas

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TÍTULO DO PROJETO

Quase pinturas

CURADORIA

Agnaldo Farias

ARTISTA

Fabio Cardoso

LOCAL

Caixa Cultural Rio de Janeiro

ENDEREÇO

Rua Almirante Barroso, 25

VISITAÇÃO

27/05/17 a 23/07/17

PRODUÇÃO local

Automatica

design

Gisela Domschke

Ally Fukumoto

iluminação

Samuel Betts Blight

Montagem

André Renauld

Ivar Rocha

ASSESSORIA DE IMPRENSA

Meise Halabi

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro exibe, de 27 de maio a 23 de julho de 2017, a mostra Quase pinturas, do artista plástico paulista Fabio Cardoso. A exposição é composta de uma série homônima de 13 trabalhos figurativos a óleo inéditos no Rio até então. Com curadoria do crítico de arte Agnaldo Farias.

No processo de criação das obras expostas, Fabio Cardoso parte da tela coberta de tinta preta; remove a tinta para revelar cenas que havia registrado com a câmera do celular. Para finalizar, o artista sobrepõe uma placa fina de acrílico transparente, colorido ou não, sobre a tela a óleo, que remete à velatura – leve camada de tinta aplicada sobre a pintura, deixando transparecer a tinta que está por baixo) – conferindo uma luminosidade singular aos trabalhos.

O ato de subtrair tinta da tela para formar imagens aproxima essa série, iniciada em 2014, do processo escultórico, como se o material bruto estivesse sendo esculpido para fazer surgir a figuração. Daí o título da mostra, Quase pinturas.

20/03/2017 - 19/05/2017

Marcelo Silveira –
Residência Belo Jardim

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TÍTULO DO PROJETO

Ciclo de exposições artísticas

em Belo Jardim

CURADORIA

Kiki Mazuchelli

Cristiana Tejo

ARTISTA

Marcelo Silveira

LOCAL

Belo Jardim

VISITAÇÃO

20/03/2017 a 19/05/2017

PRODUÇÃO EXECUTIVA

Automatica

coordenação de produção

Luiza Mello

Mariana Schincariol de Mello

GESTÃO DO PROJETO

Marisa S. Mello

design

Priscila Gonzaga

assistentes do artista

Barbara Amorim

Ana

Aline

Monica Silveira

ASSESSORIA DE IMPRENSA

Mariana Olveira

Vídeos

João Lucas Melo / Jacaré Vídeo

Produção local e assistente de curadoria

André Vieira

Conteúdo

Cristina Huggins

Educadores

Antônio Wellington

Martha Ferreira

Vanessa Melo

Pierre Tenório

Fotografia

Bernardo Teshima

No dia 20 de março de 2017, teve início, no município de Belo Jardim, a 180 km do Recife, a Residência Belojardim. O projeto, que tem curadoria de Cristiana Tejo e Kiki Mazzucchelli, começa com a residência de dois meses do artista Marcelo Silveira na cidade. A ideia geral é levar artistas contemporâneos periodicamente para o município, estimulando o contato entre a população da cidade e as artes visuais.

Residência Belojardim é um programa de longo prazo que busca incentivar discussões em torno do significado sociocultural do termo Nordeste e do legado da arte da região nos dias de hoje, a partir da experiência in loco no município de Belo Jardim. A cada ano, um(a) artista será convidado a residir na cidade por um período de dois meses, desenvolvendo projetos especialmente comissionados para o contexto local. A Residência Belojardim prevê ainda uma série de eventos paralelos que serão idealizados em diálogo próximo com a proposta dos artistas residentes, podendo incluir desde conversas, performances, projeções de filmes, workshops, entre outros.

Durante sua temporada na cidade, Marcelo Silveira apresenta oito obras e, a cada semana, uma delas entra em destaque. O artista transformou a antiga fábrica de doces Mariola em seu ateliê. É lá que, semanalmente, ele promove encontros com grupos diversos da cidade para um almoço. A ideia é que a obra da semana, sua poética, suas reflexões possam pautar as conversas: “É na mesa que surgem as melhores conversas, por isso nossa proposta de reunir as pessoas em torno dela. O foco não é a comida, ela é um acessório dentro do processo”, explica. O ateliê belo-jardinense esteve aberto para receber os interessados em estabelecer  diálogos. Silveira cultiva uma especial preocupação com a necessidade de fomentar pactos, trocas, conversas.  O artista pretende lançar um olhar sensível sobra a cidade, encontrando beleza e estética em locais e práticas que talvez passem desapercebidos no dia a dia.

21/05/16 - 03/06/16

Gabriela Machado
Things That Fit in My Hand

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TÍTULO DO PROJETO

Things That Fit in My Hand

LOCAL

MAM RJ

ENDEREÇO

Avenida Infante Dom Henrique, 85,

Parque do Flamengo, Rio de Janeiro

VISITAÇÃO

de terça a sexta-feira,

das 12h às 18h.

sábados e domingos,

das 11h às 18h

PRODUÇÃO EXECUTIVA

Automatica

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO

Luiza Mello

ILUMINAÇÃO

Blight

CENOTÉCNICA

HO Produções e Eventos

Em sua História da Eternidade, Jorge Luis Borges dizia “lemos no Timeu de Platão que o tempo é uma imagem móvel da eternidade; e isso é apenas um acorde que a ninguém distrai da convicção de ser a eternidade imagem feita de substância de tempo. Essa imagem, essa tosca palavra enriquecida pelas discórdias humanas, é o que me proponho historiar.” Gabriela Machado na exposição Things that fit in my hand faz sua própria narrativa sobre o tempo. Um tempo não-linear, composto por labirintos; um tempo esculpido com as mãos.  Resultantes de três anos de produção, as esculturas nesta mostra trazem consigo o resultado de uma formalização da passagem do tempo e de como ele pode ser representado a partir de uma percepção do espaço.

14/12/16 - 03/02/17

Amalia Giacomini
Artur Lescher
Eduardo Coimbra —
Desmedidas

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TÍTULO DO PROJETO

Desmedidas

CURADORIA

Felipe Scovino

ARTISTAs

Amalia Giacomini

Artur Lescher

Eduardo Coimbra

LOCAL

Galeria BNDES

ENDEREÇO

Av. Chile, 100

Centro, Rio de Janeiro

VISITAÇÃO

14/12/16 – 03/02/17

De segunda a sexta,

das 10 às 19h

Entrada franca

PRODUÇÃO EXECUTIVA

Automatica

coordenação de produção

Luiza Mello

Mariana Schincariol de Mello

GESTÃO DO PROJETO

Marisa S. Mello

design

Dínamo

iluminação

Blight

cenotécnica

HO Produções e Eventos

Montagem

Andre Renaud

José Claudio dos Santos

José Roberto da Silva Filho

Juscelino Bastos V. de Lima

Thiago de Souza Hortala

Revisão de texto

Duda Costa

Versão

John Norman

ASSESSORIA DE IMPRENSA

Pauta Positiva

Educadores

Daniel Remelik

Jean Carlos dos Santos

Letícia Pereira de Souza

Fotografia

Mario Grisolli

Concebida especialmente para a Galeria do Espaço Cultural BNDES, em um prédio que é considerado um dos marcos da aquitetura carioca da segunda metade do século 20, Desmedidas tem curadoria de Felipe Scovino e traz obras de Amalia Giacomini, Eduardo Coimbra e Artur Lescher. A partir da relação do curador e dos artistas com o espaço, uma paisagem é inventada, um lugar é revelado, uma realidade surge.
A relação entre a urbanidade do prédio do Banco, estrutura vertical que conquista e ocupa seu espaço no Centro da cidade, e a falta de conexão da galeria com a paisagem e seu entorno – mesmo sendo parte integrante dele – , foram o ponto de partida para a concepção da exposição. “A partir dessas duas questões centrais – arquitetura e paisagem – que se articulam decisivamente com a arte contemporânea, os três artistas criaram a ideia de uma paisagem inventada ou a aparição de um lugar”, explica Scovino. “De alguma forma, como arquitetos sem precisão, eles trazem uma paisagem desmedida para dentro do cubo branco, o espaço sagrado da galeria”.

09/07/2016 —
16/10/2016

Felipe Russo —
Garagem Automática

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Título do projeto

Garagem Automática

Artista

Felipe Russo

LOCAL

Museu da Cidade

de São Paulo /

Casa da Imagem

ENDEREÇO

Rua Roberto Simonsen,

136-B, Sé, São Paulo

VISITAÇÃO

09/07/16 – 16/10/16

De terça a domingo,

das 12 às 19h

Entrada franca

Realização

Prefeitura de São Paulo

Fernando Haddad

Secretaria de Cultura

Maria do Rosário Ramalho

Museu da Cidade de São Paulo

Beatriz Cavalcanti de Arruda

Casa da Imagem

Henrique Siqueira

Monica Caldiron

Produção executiva

Automatica

Coordenação de produção

Mariana Schincariol de Mello

Gestão do projeto

Marisa S. Mello

Texto

Abilio Diniz Guerra

Revisão

Duda Costa

Tradução

John Norman

Design gráfico

Marise De Chirico

Impressão fotográfica

Giclê Fine Art Print

Assessoria de imprensa

Vicente Negrão Assessoria

Moldura

Somar

Montagem de obras

Manuseio

Educativo

Heloiza Soler,

Júlia Savaglia Anversa,

Gabriela Goelzer Bacelar

Programa Jovem Monitor Cultural

Jordi Ximenes,

Kathy Carvalho,

Larissa Vieira,

Michel Santos e

Paula Talib Assad

Arteducação Produções

Rodrigo Monteiro,

Anderson Barbosa,

André Rosa,

Camilla Zarbinati,

Gabriel Castro,

Marcella Custodio e

Rinah Souto

Estagiária

Jaqueline Dias

O problema do estacionamento no centro de São Paulo persiste desde a década de 1940. Entre 1960 e 1980 foram construídos 35 edifícios garagem na cidade com estacionamento mecanizado. Os maiores com mais de 600 vagas e até 38 pisos, são os mais altos do mundo. Em detrimento da migração dos investimentos para novas áreas, com uma frota de 7 milhões de veículos, os edifícios-garagem permanecem no centro histórico como um equipamento urbano de grande utilidade. A pesquisa de Felipe Russo nos últimos dois anos revela o interior misterioso e inacessível destas construções até então conhecidas apenas pelo aspecto exterior bruto e fantasmático.

A exposição Garagem Automática apresenta, de forma inédita, o ensaio sobre esta tipologia urbana realizada em São Paulo. As 25 fotografias capturadas em formato 4×5” que integram a exposição permitirão aos visitantes conhecer a intimidade destes edifícios, cujo acesso é negado aos usuários.


09/07/2016 —
16/10/2016

Tuca Vieira —
Atlas fotográfico da cidade de São Paulo e seus arredores

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Título do projeto

Atlas fotográfico da

cidade e São Paulo

e seus arredores

Artista

Tuca Vieira

LOCAL

Museu da Cidade

de São Paulo /

Casa da Imagem

ENDEREÇO

Rua Roberto Simonsen,

136-B, Sé, São Paulo

VISITAÇÃO

09/07/16 – 16/10/16

De terça a domingo,

das 12 às 19h

Entrada franca

REALIZAÇÃO

Prefeitura de São Paulo

Fernando Haddad

Secretaria de Cultura

Maria do Rosário Ramalho

Museu da Cidade de São Paulo

Beatriz Cavalcanti de Arruda

Casa da Imagem

Henrique Siqueira

Monica Caldiron

PRODUÇÃO EXECUTIVA

Automatica

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO

Mariana Schincariol de Mello

GESTÃO DO PROJETO

Marisa S. Mello

TEXTO

Guilherme Wisnik

REVISÃO

Duda Costa

TRADUÇÃO

John Norman

DESIGN GRÁFICO

Marise De Chirico

IMPRESSÃO FOTOGRÁFICA

Giclê Fine Art Print

ASSESSORIA DE IMPRENSA

Vicente Negrão Assessoria

MOLDURA

Somar

MONTAGEM DE OBRAS

Manuseio

EDUCATIVO

Heloiza Soler,

Júlia Savaglia Anversa,

Gabriela Goelzer Bacelar

PROGRAMA JOVEM MONITOR CULTURAL

Jordi Ximenes,

Kathy Carvalho,

Larissa Vieira,

Michel Santos e

Paula Talib Assad

ARTEDUCAÇÃO PRODUÇÕES

Rodrigo Monteiro,

Anderson Barbosa,

André Rosa,

Camilla Zarbinati,

Gabriel Castro,

Marcella Custodio e

Rinah Souto

ESTAGIÁRIA

Jaqueline Dias 

 Nos últimos anos o fotógrafo Tuca Vieira tem se dedicado a projetos internacionais de documentação urbana. A exposição Atlas fotográfico da cidade de São Paulo e seus arredores apresenta registros da metrópole na sua extensão, dividindo-a em 203 quadrantes semelhantes à divisão utilizada no antigo Guia 4 Rodas de São Paulo. Desde 2015 Vieira percorreu a cidade e realizou fotografias em formato 4×5” em cada recorte geográfico. Esta estratégia permite, por amostragem, criar uma representação da região metropolitana isenta da predileção do autor.Entre as discussões que o projeto permite, destacamos a criação de uma metodologia para representar tamanha extensão territorial, a autoria e ineditismo em projetos fotográficos, a mobilidade na metrópole, além de sintonizar questões como o desenvolvimento urbano da cidade e projetos antecessores, como o de Militão Augusto de Azevedo, fotógrafo do século XIX que o Museu guarda em seu acervo.

06/07/2016 —
28/08/2016

Gustavo Malheiros —
Atletas de Corpo e Alma

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Título do projeto

Atletas de Corpo e Alma

Artista

Gustavo Malheiros

LOCAL

Centro Cultural

Justiça Federal

ENDEREÇO

Av. Rio Branco, 241

Centro, Rio de Janeiro

VISITAÇÃO

06/07/2016 – 28/08/2016

Terça a Domingo 12 às 19h

Entrada franca

Realização

Arte e Ensaio GM

concepção

Gustavo Malheiros

curadoria

Milton Guran

projeto

ArteEnsaio

produção

Automatica

Produção atletas

Gabriela Lima

Clara Castro

Gestão

ArteEnsaio

Silvana Monteiro de Carvalho

Paula Feres Paixão

Maria Duprat

Design gráfico e expografia

Dínamo | Alexsandro Souza

manipulação de imagem

ArteEnsaio

Gilherme Costa

Pato Vargas

Impressão

Estúdio Lupa

Molduras

Enquadre

assessoria de imprensa

Fleishmanhillard Brasil

Renata Jordão

Assistentes de fotografia

Diego Patury Subtzki

Fernando Cazaes

Pedro Ivo Freitas

Rebeca Dourado

Integrante da programação oficial do FotoRio 2016, a exposição Atletas de corpo e alma, de Gustavo Malheiros, com curadoria de Milton Guran, apresenta cerca de 60 fotografias de atletas e paratletas de diversas modalidades esportivas.

07/11/2015 —
29/02/2016

Gustavo Malheiros —
Anônimos Famosos

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Título do projeto

Anônimos Famosos

Artista

Gustavo Malheiros

LOCAL

Centro Cultural Municipal

Parque das Ruínas

ENDEREÇO

R. Murtinho Nobre, 169

Santa Teresa, Rio de Janeiro

VISITAÇÃO

07/11/2015 – 29/02/2016

Terça a Domingo 10 às 18h

Entrada franca

 Realização

Arte e Ensaio GM e

Secretaria Municipal de

Cultura do Rio de Janeiro

 

Produção executiva

Automatica

Arthur Moura

Mariana Mello

 

Design gráfico

Pato Vargas

Guilherme Machado

 

Design da exposição

Dínamo | Alexsandro Souza

 

A exposição Anônimos Famosos é um desdobramento dos ensaios fotográficos de Gustavo Malheiros, dedicados aos personagens famosos pela população, em bairros cariocas – seja pela peculiaridade de seus trajes, pela irreverência em via pública ou pela notoriedade de seu trabalho.

Numa cidade que está cada vez mais no foco mundial, tudo parece acontecer em suas ruas. Foi pensando nos personagens que transitam por elas e tornam o seu cotidiano mais interessante que surgiu, em 2001, a ideia do livro Anônimos Famosos; e em 2011, uma nova edição. Fugindo dos estereótipos fotográficos que tornaram o Rio conhecido mundialmente e que, até hoje, são repetidamente retratados, Malheiros reúne uma série de retratos dos verdadeiros protagonistas da cidade. A exposição, com cerca de 45 fotografias, é um desdobramento dos dois livros publicados pelo fotógrafo sobre o assunto.

09/10/2015 —
15/11/2015

Barrão —
Fora daqui

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Título do projeto

Barrão – Fora daqui

Artista

Barrão

LOCAL

Casa França-Brasil

ENDEREÇO

Rua Visconde de Itaboraí, 78,

Centro, Rio de Janeiro

VISITAÇÃO

09/10 – 15/11/2015

Terça a Domingo 10 às 20h

Entrada franca

 

Coordenação de Produção

Luiza Mello

 

Produção

Ana Paula Vulcão

Arthur Moura

 

Texto critico

Felipe Scovino

 

Assistentes do artista

Bruno Bellini

Osiel Magalhães

 

Esculturas em fibra

Gabriel Barros

Marcenaria

Leonardo Padilha | DozePolegadas

 

Fotografia

Francisco de Souza

CASA FRANÇA-BRASIL
Coordenadora-Geral

Jeanine Toledo

Produtora

Lívia Ferraz

Programa Educativo – Coordenadora de Formação e Pesquisa

Cristina de Pádula

Gerente Administrativo – Patrimônio – Serviços Gerais

Marcos Braga

Administração

Fabiana Oliveira

Selma Fraiman

Manutenção

José Rosa Pires

Valdeci Costa Lima

Victor Ferreira

Esta exposição inaugura uma nova fase na obra de Barrão. A pluralidade de cores encontrada em trabalhos anteriores é substituída por um monocromo, e dois novos materiais são investigados: resina e gesso. O trabalho ganhou uma conotação mais sóbria, o que cria um enlace com o momento atual. Esta afirmação ganha mais sentido – lembrando que o prédio da Casa França Brasil foi uma alfândega e, portanto, porta de entrada para os imigrantes -, com o artista instalando uma barraca e outras “ilhas” que articulam territórios dentro do espaço da Casa. Como formas, desejos, origens e histórias de pessoas tão diferentes podem ocupar o mesmo espaço? Entre ser um lugar de passagem e um abrigo provisório, este território/alfândega encontra nos objetos do artista uma metáfora (utópica) sobre o mundo: na sua capacidade inventiva de aliar formas diversas que separadas seriam completamente antagônicas, como um quebra-cabeça, essas peças se adequam, partilham o mesmo terreno, encontram seus pares e ganham sentido. Finalmente, se deslocássemos esses procedimentos para uma visão política de mundo, as diferenças sociais e políticas seriam mais bem equilibradas.

Felipe Scovino

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