27/04/2012 —
01/07/2012
Cao Guimarães —
Estética da Gambiarra

Título do Projeto
Estética da Gambiarra
ARTISTA
Cao Guimarães
Local
Cavalariças – Parque Lage
Endereço
Rua Jardim Botânico, 414,
Jardim Botânico, Rio de Janeiro, RJ
Visitação
27/04/2012 – 07/01/2012
Entrada Franca
Curadoria
Felipe Scovino
Coordenação de Produção
Luiza Mello
Produção
Mariana Schincariol de Mello
Ana Paula Vulcão
Assistente de Produção
Luisa Hardman
Gestão do Projeto
Marisa S. Mello
Coordenação Administrativa
Carolina Lima
Studio Cao Guimarães
Isadora Fonseca
Lucas Sander
Design Gráfico
Clara Meliande
Revisão de texto
Duda Costa
Tradução
Alex Forman
Iluminação e Equipamentos
Belight
Cenografia
Camuflagem
Agradecimentos
Galeria Nara Roesler
GOVERNO DO ESTADO DO RO DE JANEIRO
Governador
Sérgio Cabral
Vice-Governador
Luiz Fernando Pezão
Secretária de Estado de Cultura
Adriana Rattes
Subsecretária de Relações Institucionais
Olga Campista
Subsecretária de Ação Cultural
Beatriz Caiado
Superintendente de Artes
Eva Doris Rosental
ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE
Diretora
Claudia Saldanha
Assessor
Vitor Zenezi
Coordenador Administrativo
Herbert Hasselmann
Coordenadora de Ensino
Tania Queiroz
Coordenadora de Projetos
Clarisse Rivera
Supervisora dos Mediadores
Cristina de Pádula
Mediadores
Alunos do Curso de Capacitação de Mediadores da EAV Parque Lage
Associação de Amigos da Escola de Artes Visuais – AMEAV
Presidente
Paulo Albert Weyland Vieira
A mostra Estética da Gambiarra reune a produção mais recente do artista Cao Guimarães. São cercas de 22 fotografias das séries intituladas Gambiarras (2005-2010) e Paisagens reais – tributo a Guignard, além de vídeos realizados entre 2004 e 2011, que compõem um diálogo sobre um dos pontos principais na trajetória desse artista: a articulação entre fotografia e vídeo e como essa constelação forma o que poderíamos chamar de “estética da gambiarra” em seu trabalho. A visão de mundo que Guimarães nos oferece é via estranhamento; sua obra nos faz conhecer mais sobre as vicissitudes do mundo por meio do diferente e não do igual. O estranhamento também pode estar no quebra-galho ou gambiarra, algo por sua vez que faz parte do imaginário e do cotidiano brasileiro.











