Automatica

07/11/2015 —
29/02/2016

Gustavo Malheiros —
Anônimos Famosos

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Título do projeto

Anônimos Famosos

Artista

Gustavo Malheiros

LOCAL

Centro Cultural Municipal

Parque das Ruínas

ENDEREÇO

R. Murtinho Nobre, 169

Santa Teresa, Rio de Janeiro

VISITAÇÃO

07/11/2015 – 29/02/2016

Terça a Domingo 10 às 18h

Entrada franca

 Realização

Arte e Ensaio GM e

Secretaria Municipal de

Cultura do Rio de Janeiro

 

Produção executiva

Automatica

Arthur Moura

Mariana Mello

 

Design gráfico

Pato Vargas

Guilherme Machado

 

Design da exposição

Dínamo | Alexsandro Souza

 

A exposição Anônimos Famosos é um desdobramento dos ensaios fotográficos de Gustavo Malheiros, dedicados aos personagens famosos pela população, em bairros cariocas – seja pela peculiaridade de seus trajes, pela irreverência em via pública ou pela notoriedade de seu trabalho.

Numa cidade que está cada vez mais no foco mundial, tudo parece acontecer em suas ruas. Foi pensando nos personagens que transitam por elas e tornam o seu cotidiano mais interessante que surgiu, em 2001, a ideia do livro Anônimos Famosos; e em 2011, uma nova edição. Fugindo dos estereótipos fotográficos que tornaram o Rio conhecido mundialmente e que, até hoje, são repetidamente retratados, Malheiros reúne uma série de retratos dos verdadeiros protagonistas da cidade. A exposição, com cerca de 45 fotografias, é um desdobramento dos dois livros publicados pelo fotógrafo sobre o assunto.

09/10/2015 —
15/11/2015

Barrão —
Fora daqui

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Título do projeto

Barrão – Fora daqui

Artista

Barrão

LOCAL

Casa França-Brasil

ENDEREÇO

Rua Visconde de Itaboraí, 78,

Centro, Rio de Janeiro

VISITAÇÃO

09/10 – 15/11/2015

Terça a Domingo 10 às 20h

Entrada franca

 

Coordenação de Produção

Luiza Mello

 

Produção

Ana Paula Vulcão

Arthur Moura

 

Texto critico

Felipe Scovino

 

Assistentes do artista

Bruno Bellini

Osiel Magalhães

 

Esculturas em fibra

Gabriel Barros

Marcenaria

Leonardo Padilha | DozePolegadas

 

Fotografia

Francisco de Souza

CASA FRANÇA-BRASIL
Coordenadora-Geral

Jeanine Toledo

Produtora

Lívia Ferraz

Programa Educativo – Coordenadora de Formação e Pesquisa

Cristina de Pádula

Gerente Administrativo – Patrimônio – Serviços Gerais

Marcos Braga

Administração

Fabiana Oliveira

Selma Fraiman

Manutenção

José Rosa Pires

Valdeci Costa Lima

Victor Ferreira

Esta exposição inaugura uma nova fase na obra de Barrão. A pluralidade de cores encontrada em trabalhos anteriores é substituída por um monocromo, e dois novos materiais são investigados: resina e gesso. O trabalho ganhou uma conotação mais sóbria, o que cria um enlace com o momento atual. Esta afirmação ganha mais sentido – lembrando que o prédio da Casa França Brasil foi uma alfândega e, portanto, porta de entrada para os imigrantes -, com o artista instalando uma barraca e outras “ilhas” que articulam territórios dentro do espaço da Casa. Como formas, desejos, origens e histórias de pessoas tão diferentes podem ocupar o mesmo espaço? Entre ser um lugar de passagem e um abrigo provisório, este território/alfândega encontra nos objetos do artista uma metáfora (utópica) sobre o mundo: na sua capacidade inventiva de aliar formas diversas que separadas seriam completamente antagônicas, como um quebra-cabeça, essas peças se adequam, partilham o mesmo terreno, encontram seus pares e ganham sentido. Finalmente, se deslocássemos esses procedimentos para uma visão política de mundo, as diferenças sociais e políticas seriam mais bem equilibradas.

Felipe Scovino

05/09/2015 - 01/11/2015

Daniel Steegmann Mangrané e Philipp Van Snick

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TÍTULO DO PROJETO

Daniel Steegmann Mangrané e Philipp Van Snick

 ARTISTAs

Daniel Steegmann Mangrané

Philipp Van Snick

LOCAL

Museu de Arte Moderna

do Rio de Janeiro

Casa Modernista

ENDEREÇO

MAM - Av. Infante

Dom Henrique, 85

Parque do Flamengo, Rio de Janeiro

Casa Modernista - R. Santa Cruz, 325

Vila Mariana, São Paulo

VISITAÇÃO

MAM – 05/09/2015 a 01/11/2015

Casa Modernista – 19/09/2015 a 01/11/2015

Curadoria

Marta Mestre

Coordenação de Produção

Luiza Mello

Produção

Arthur Moura

Assistentes dos artistas

Hanns Lennart Weissner (DSM)

Felix Luna (DSM)

Laura Van Snick (PVS)

Thomas Ost (PVS)

Instalação Sonora

Andrews de Freitas

Design Visual

Alexsandro Souza | Dínamo

Revisão

Rosalina Gouveia

Cenotécnica

Humberto Silva Junior

Versão em inglês

Chris Burden

Marise Barros

Agradecimentos

Afonso Luz

Luiza Mello

Marijke Dekeukeleire

Galeria Mendes Wood DM

Galeria Tatjana Pieters

Concebidas em dois capítulos, para duas cidades e para dois espaços singulares da arquitetura modernista brasileira – o Museu de Arte Moderna, no Rio de Janeiro e para a Casa Modernista, em São Paulo –, as exposições dos artistas Daniel Steegmann Mangrané e Philippe Van Snick têm como objetivo principal reforçar o dualismo e a simultaneidade no trabalho de ambos.

Se para Daniel Steegmann Mangrané (1977) o fazer artístico opera na dialética entre divisão e união, entre formas geométricas e orgânicas, ou entre cultura e natureza, para Philippe Van Snick (1946), por seu turno, as condições de percepção material são aferidas por princípios matemáticos e aritméticos (especialmente nos seus trabalhos iniciais), e mais recentemente pela sensibilidade que, para o artista, é uma “forma de percepção mental”. No trabalho de ambos, a posição e a experiência (física, subjetiva, política) do espectador adquirem um caráter provisório e fragmentado, e se relacionam, de forma caleidoscópica, com a repartição dos elementos no mundo ao redor.

As duas exposições articulam uma dinâmica própria, não sendo necessário ver uma para saber como “termina a história” da outra. Assemelhando-se com algo, seriam um eco, um mesmo som ouvido distintamente.

(fragmento do texto curatorial de Martha Mestre)

12/09/2015 —
14/11/2015

Travessias 4 —
Arte Contemporânea na Maré

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TÍTULO DO PROJETO

Travessias 4

Arte Contemporânea na Maré

ARTISTAS

Eduardo Coimbra

Regina Silveira

Marie Carangi

Henrique Gomes

LOCAL

Galpão Bela Maré

ENDEREÇO

Rua Bittencourt Sampaio, 169,

entre as passarelas 9 e 10

da Av. Brasil, Maré

Rio de Janeiro

VISITAÇÃO

12/09 – 14/11/2015

Terça a Sábado 10h as 17h

Entrada Franca

realização

Observatório de Favelas

Automatica

Rua Arquitetos

direção

Observatório de Favelas |

Jailson de Souza e Silva

Jorge Luis Barbosa

Eduardo Alves

Elionalva Sousa Silva

Erasmo Carlos de O. Castro

Raquel Willadino Braga

Produção e Gestão

Automatica

Coordenação de produção

Luiza Mello

Mariana Schincariol de Mello

Gestão

Marisa S. Mello

produção

Ana Paula Vulcão

Leticia Libanio

Produção Galpão Bela Maré

Mariluci Nascimento

Geisa Lino

Alexandre Silva

Arquitetura

Rua Arquitetos |

Pedro Évora

Fabiano Pires

Consultoria de conteúdo

Gabriela Moulin

Design Gráfico

Quinta-feira

Programa educativo

Coordenação

Janis Clémen

Educadora assistente de coordenação

Letícia Souza

Educadores

Cami Carrello

Carolina Aleixo

Daniel Remilik

David Alfredo

Nívea Santana

Renata Sampaio

articulação

Redes de

Desenvolvimento da Maré |

Eliana Sousa e Silva

coordenação de Articulação

Alberto Aleixo

Articuladores

Carlos Cunha

Loran Santos

Assessoria de Imprensa

Observatório de Favelas

Silvana Bahia

Piê Garcia

Comunicação digital

Observatório de Favelas (Agência Diálogos)

14

Cobertura fotográfica

Observatório de Favelas (Agência Diálogos)

Douglas Lopes

Gabriela Carrera

Audiovisual

Observatório de Favelas (Agência Diálogos)

14

Iluminação

BLight

Zelador

Luiz Gonzaga dos Santos

Limpeza

Marcia da Silva Pereira

Agradecimentos

Clarissa Diniz

Eduardo Verderame

Luiz Zerbini

Rodrigo Mascarenhas

Tatiana Antunes

Apresentado por

Petrobras

A exposição Travessias – Arte Contemporânea na Maré chega ao seu quarto ano de atividades se consolidando como um projeto de reflexão e discussão sobre arte contemporânea e as transformações do espaço urbano na atualidade.

O Travessias entende a arte como um lugar capaz de gerar e transbordar novos contatos afetivos e criativos com o mundo e entre as pessoas. Foram convidados dois artistas – Regina Silveira e Eduardo Coimbra – para produzir obras a partir de um olhar para a Maré. De encontro a este convite, foi aberto pela primeira vez um edital público para receber projetos de artistas não inseridos no circuito de mercado da arte. Dos 122 fluxo de ideias e projetos recebidos, foram selecionadas duas propostas: “Corte estilo guilhotina”, de Marie Carangi e “Interiores da Maré”, da dupla Antonello Veneri & Henrique Gomes.

24/07/2015 — 31/08/2015

Memórias Capitais

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titulo do projeto

Memórias Capitais

local

SESC Quitandinha

Endereço

Avenida Joaquim Rolla, 2

Petrópolis

visitação

24/07/2015 – 31/08/2015

Terça a Sábado 10h as 17h

Domingo e feriado 10h as 16h

Entrada franca

Projeto e conteúdo audiovisual

Automatica e Estúdio Zut!

Conceito original

Matthieu Rougé e Cacá Machado

Criação, curadoria e fotografias

Matthieu Rougé

Criação sonora

Alessa Camarinha e Matthieu Rougé

Editor After Effect

Youssef Harmali

Supervisão técnica de conteúdo

Automatica

Arquitetura e Concepção Expográfica

Luís Felipe Abbud / NUMENA

Supervisão técnica

Lee de Castro e Sergio Santos

Comunicação visual

Alexsandro Souza / DÍNAMO

Agradecimentos

Cacá Machado

Christophe Buffet

Gabriel Piotto

Leticia Falcão

Diana Barros

Memórias Capitais apresenta uma instalação multimídia em que sons e imagens interagem, revelando aspectos das capitais brasileiras. A proposta de embaralhar a divisão geopolítica estabelecida, diluindo fronteiras pré-determinadas, tem os sons auscultados e amplificados, remixados e distribuídos no pavilhão. Nesta poética, a geografia afetiva destas narrativas está sempre em primeiro plano. Os caminhos deste percurso são como fios de memórias que se soltam e se emaranham em novos contextos.

Memórias Capitais registra sons, sinais, ritos, sensações, lugares, hábitos, traços culturais e espaços de convivência experimentados por aqueles que nasceram nas principais cidades do país e vivenciaram o seu cotidiano. Esses patrimônios individuais – memória por vezes difusa, afetiva ou crítica -, sentimentos de pertencimento a um local no tempo e no espaço, são socializados com o público, revelando que a memória é dinâmica, não está presa ao passado, estabelece vínculos com o futuro e, sobretudo, é uma força coletiva que unifica e forma identidades.

08/07/2015 — 08/05/2016

Rio Setecentista, quando o Rio virou capital

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título do projeto

Rio Setecentista, quando

o Rio virou capital

local

MAR – Museu de Arte do Rio

endereço

Praça Mauá, 5, Centro,

Rio de Janeiro

visitação

08/07/2015 a 08/05/2016

Terça a domingo 10h as 17h

CURADORIA

Myriam Andrade Ribeiro

Anna Maria Monteiro de Carvalho

Margareth Pereira

Paulo Herkenhoff

 COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO

Mariana Schincariol de Mello

 PRODUÇÃO

Ana Paula Vulcão

 ASSISTENTE DE PRODUÇÃO

Leticia Libanio 

fotografia

Thales Leite

Museu de arte do rio – instituto odeon

presidente

Éder Sá Alves Campos

vice presidente

Afonso Henriques Borges Ferreira

diretor presidente

Carlos Gradim

diretora excutiva

Adriana Karla Rodrigues

diretor administrativo-financeiro

Luiz Guimarães

diretor de projetos e gestão

Tiago Cacique

Diretor Cultural

Paulo Herkenhoff

gerente de conteúdo

Clarissa Diniz

gerente de comunicação

Hannah Drumond

gerente de produção

Daniel Bruch

gerente de educação

Janaina Melo

A exposição Rio Setecentista, quando o Rio virou capital, propõe um trajeto visual para adentrar esse século da história da cidade. No século XVIII, o Rio de Janeiro torna-se capital do Vice-reino do Brasil e efetivamente se transforma na cidade que conhecemos: área de encontro entre cultura e comércio, polo de urbanidade e símbolo de brasilidade frente ao mundo.

Do Rio setecentista, do Rio do ouro, do barroco e rococó, dos escravos do Valongo e do Paço dos Vice-reis restam sobrevivências. O que desse Rio foi destruído, o que é herança ingrata? Certamente foi no século XVIII que o Rio assegurou sua fama estética. A cidade une beleza natural a beleza urbana, ideia recorrente em propagandas, propostas políticas ou mesmo críticas. Também naquele momento, a população negra expandiu-se, ainda que sempre à margem, e os índios, tão importantes na luta pela posse e fundação da cidade junto aos portugueses, simplesmente desapareceram do registro do desenvolvimento carioca.

O Rio de Janeiro é um lugar privilegiado por natureza, mas é também reflexo de sua complexa e contraditória história. A exposição procura adentrar nessas questões através de obras do acervo do MAR e de outras instituições como o Convento de Santo Antônio e a Fundação Biblioteca Nacional.

01/07/2015 — 27/09/2015

Imaterialidade

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Título do projeto

Imaterialidade

Artistas

Anthony McCall

Ben Vautier

Brigida Baltar

Bruce Nauman

Carlito Carvalhosa

Ceal Floyer

Fabiana de Barros e

Michel Favre

François Morellet

James Turrell

José Damasceno

Keith Sonnier

Laura Vinci

Marcius Galan

Marcos Chaves

Paola Junqueira

Paulo Vivacqua

Ryan Gander

Waltercio Caldas

Local

SESC Belenzinho

Endereço

R. Padre Adelino, 1000

Belenzinho, São Paulo

Visitação

01/07 a 27/09/2015

Terça a Sábado 9h as 20h

Domingo e feriado 9 as 19h

Entrada franca

Curadoria

Adon Peres e Ligia Canongia

Produção

Automatica

Coordenação

Luiza Mello

Produtor

Arthur Moura

Arquitetura

Marta Bogea

Tiago Guimarães

Identidade Visual

Celso Longo + Daniel Trench

Assistentes

Felipe Sabatini

Manu Vasconcelos

Projeto de Iluminação

Design da Luz Estúdio

Designer

Fernanda Carvalho Assistente

Charly Ho

Montagem

Fase Produção

Coordenação

Sergio Santos

Montagem da obra

Precaução de Contato

Claudia Cardoso

Leandra Espírito Santo

Helio Bartsch

Juan Cordeiro

Consultoria e coordenação

técnica da obra You are here

Estúdio Laborg

Assistentes dos artistas

Harsh Nambiar

Nicole Wittenberg (A. McCall)

Torsten Braun (J. Turrell)

Ação Educativa

A Contemporânea

Assessoria de imprensa

Verbena Comunicação

Logística

AL Consultancy

Seguro

Affinité

Apoio

Electronic Arts Intermix

Nova Iorque

Franck Marlot

Galeria Nara Roesler

Galeria Luciana Brito

Galeria Luisa Strina

George Iso Cohen

Häusler Contemp. München/Zürich

Hess Collection Berne

Lisson Gallery London/SP

Regina Mayall Edelman

Sesc BELENZINHO

PROGRAMAÇÃO

Salete dos Anjos

coordenação

Catia Leandro

Juliana Santos

supervisão

Christine Villa Santos

Leandro Ferre Caetano

produção

Juraci de Souza

Imaterialidade é uma exposição coletiva realizada no SESC Belenzinho, com curadoria de Ligia Canongia e Adon Peres, composta por 22 obras, assinadas por 10 artistas brasileiros – Brígida Baltar, Carlito Carvalhosa, Fabiana de Barros & Michel Favre, José Damasceno, Laura Vinci, Marcius Galan, Marcos Chaves, Paola Junqueira, Paulo Vivacqua e Waltercio Caldas – e 8 artistas de outras nacionalidades – Anthony McCall (Inglaterra), Ben Vautier (Itália), Bruce Nauman (EUA), Ceal Floyer (Paquistão) François Morellet (França), James Turrell (EUA), Keith Sonnier (EUA) e Ryan Gander (Inglaterra).

A exposição mostra os artistas em questão que lidam com esses dois modos de relacionamento com a obra de arte – a questão da “matéria” ou da “não matéria”, onde pode ou não haver uma materialidade concreta. Adon Peres comenta como o espectador se defrontará com essas duas maneiras de percepção artística: “no primeiro caso, se estabelece uma relação específica sujeito-objeto, na qual prevalece certo distanciamento, diferente do segundo, principalmente nas instalações, onde o espectador é literalmente imerso na atmosfera da obra”.

04/09/2014 — 18/10/2015

Ibirapuera —
Modernidades Sobrepostas

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TÍTULO DO PROJETO

Ibirapuera:

Modernidades Sobrepostas

LOCAL

Oca do Ibirapuera

ENDEREÇO

Avenida Pedro Álvares Cabral,

s/n – Portão 3

Parque Ibirapuera

São Paulo

VISITAÇÃO

04/09/2014 a 18/10/2015

Terça a domingo 9h as 17h

Entrada Franca

Realização

Museu da Cidade,

Prefeitura de São Paulo e

Secretaria de Cultura

Curador Geral

Afonso Luz

Curadores de

arquitetura e urbanismo

Rodrigo Queiroz

Ana Barone

Curadores de artes visuais

Vera Toledo Piz

Rafael Itsuo

Pesquisa

Adriano Tão

Andrea Teixeira Barcelos

Fabiana Tiemi Imamura

Mariane Alves Martins

Victor Eduardo M. de Oliveira

PRODUÇÃO

Automatica

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO

Marisa S. Mello

Luiza Mello

Produção

Luisa Hardman

Letícia Libanio

Mariana Schincariol de Mello

Arquitetura

Marta Bogea

Tiago Guimarães

Design gráfico

bvy arquitetos |

Cássia Buitoni

Impressão fine art

Oca Estudio | Daniel Rossi

Projeto de iluminaç̧ão

e Design de Luz

BLight | Samuel Betts

Assessoria de imprensa

Marcy Junqueira

Montagem

Install

Cenotécnico

Artos cenografia

Revisão

Rosalina Gouveia

Versão em inglês

Rebecca Atkinson

Arquivo Histórico e

Museu da Cidade de São Paulo

Afonso Luz

Museu da Cidade de São Paulo

Elisabete De Lucca

Supervisão de Curadoria

Henrique Siqueira

Douglas de Freitas

Monica Caldiron

Rafael Itsuo

Vera Toledo Piza

Supervisão de Acervo e

Desenvolvimento Museológico

Nalu Medeiros

Leila Antero

Mariza Melo Moraes

Rafael Vitor Barbosa Sousa

Sandra Penha dos Santos

Supervisão de Acervos e Conservação

Silvia Helena do Carmo Gonçalves,

Célia Otero Paz

Joana Asseff Neves

Márcia Aparecida de F. Rigoni

Shirley Silva

Zínia Maria C. de Carvalho

Supervisão do Acervo Permanente

Guido Gustavo V. F. Alvarenga

Cíntia Stela Negrão Berlini

Fernanda Correia Silva

O conceito e concepção dos projetos arquitetônico e paisagístico de Oscar Niemeyer e Burle Marx para o mais importante parque da capital paulista em desenhos, fotografias, maquetes, painéis, plantas e mapas. A mostra estabelece uma relação entre o parque e o novo período da arquitetura moderna que começa a se instaurar no Brasil no ano de sua inauguração, em 1954. Os curadores Rodrigo Queiroz e Ana Barone selecionaram quatro painéis presentes na primeira exposição realizada na Oca, evento que integrou as comemorações do IV Centenário da Fundação de São Paulo.

“Como uma espécie de clareira moderna no arrabalde, a construção do conjunto do Parque Ibirapuera é contemporânea ao período de maior crescimento da cidade de São Paulo. (…) A construção do Parque Ibirapuera abre caminho para uma nova escala de consciência sobre nossa condição moderna, que supera a representação descolada do mundo real, ao conferir um sentido estético único a todos os domínios da vida, das artes visuais ao urbanismo.” Rodrigo Queiroz and Ana Barone curadores

16/12/2014 —
22/02/2015

José Damasceno —
Cirandar todos

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TÍTULO DO PROJETO

José Damasceno

ARTISTA

José Damasceno

LOCAL

Casa França-Brasil

ENDEREÇO

Rua Visconde de Itaboraí,

78, Centro, Rio de Janeiro

VISITAÇÃO

16/12/2014 a 22/02/2015

Terça à domingo 10 as 20h

Entrada franca

EXPOSIÇÃO

Concepção

José Damasceno

Curadoria

Ligia Canongia

Produção

Automatica

Coordenação de Produção

Luiza Mello

Produção

Mariana Mello

Ana Paula Vulcão

Assistente do artista

Juliane Peiser

Design Gráfico

Sônia Barreto

Cenografia Monitor Crayon

Joacyr Salles

Montagem Cirandar Todos e Elipses

Maurício Pereira

Iluminação

Samuel Betts | Belight

Revisão

Duda Costa

Rosalina Gouvea

Tradução

John Norman

Assessoria de Imprensa

Cláudia Noronha |

CW&A Comunicação

Documentação Fotográfica

Vicente de Mello

Fotografia Folder

Sung Pyo Hong

Making of

Elisa Pessoa

CASA FRANÇA-BRASIL

Coordenadora-Geral

Débora Monnerat

Comunicação

Lívia Ferraz

Assistente de Produção

e Comunicação

Júlia Gitsin

Administração e Financeiro

Sandra Helena da Silva

Assistente Administrativo

Fabiana Oliveira

Manutenção

Victor Ferreira

Waldeci Costa Lima

José Rosa Pires

Coordenadora de Projetos

e Ações Educativas

Jeanine Toledo

Capacitação de Mediadores

da EAV do Parque Lage

Cristina de Pádula

Maria Tornaghi

Tania Queiroz

Mediadores

Bruna Costa

Camila de Barros Teixeira

Daniella M. Vasconcelos

Gisele Nery

Hellen Lugon

Mariana Kanbara

Natalia Rebiere

Patrícia Reis

Tarsila Monteiro

Cirandar todos, com curadoria de Ligia Canongia, é o título de uma das obras que José Damasceno apresenta na exposição na Casa França-Brasil, e que acaba por intitular a mostra por inteiro. A instalação utiliza-­se de apenas um elemento, um manequim de madeira de 30 cm de altura. Um grupo de aproximadamente 150 figuras masculinas e femininas configuram um círculo onde todas se unem uma à outra e assim sucessivamente até formar o círculo.  A escultura possui uma correspondência imediata dentre outras coisas com a popular e antiga dança‐jogo infantil da Ciranda.

Nas salas contíguas são apresentadas três diferentes peças. Monitor-Crayon, composta por 90.000 gizes de cera, justapostos sem nenhum aparato, apenas através do encaixe e auto-­escoramento, formando uma imagem abstrata colorida. Na mesma sala toma lugar a escultura, 1/4, composta por duas elipses sólidas de aço cortén, sendo que uma está na parede e a outra no chão, “perfazendo um círculo imaginário e apenas sugerido, que, na imaginação do público, continuaria seu percurso cortando a parede e o chão. Na sala seguinte encontra-se a peça BRmm, composta por uma colagem de centenas de recortes de jornal na forma de um mapa do Brasil e por um neon no formato da sala.

A proposta pretende enunciar a possibilidade de a um só tempo potencializar a experiência estética através de aspeto lúdico e inusitado: espaço, pensamento e imaginação diretamente relacionados, utilizando­‐se de elementos extremamente simples e essenciais em sua austeridade.

23/08/2014 —
16/11/2014

Travessias 3 —
Arte Contemporânea na Maré

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TÍTULO DO PROJETO

Travessias 3

Arte Contemporânea na Maré

ARTISTAS

Barrão

Cao Guimarães

Dora Longo Bahia

Imagens do Povo

Jonathas de Andrade

Luiz Zerbini

Mauro Restiffe

Sandra Kogut

LOCAL

Galpão Bela Maré

ENDEREÇO

Rua Bittencourt Sampaio, 169,

entre as passarelas 9 e 10

da Av. Brasil, Maré

Rio de Janeiro

VISITAÇÃO

23/08 – 16/11/2014

Terça a Sábado 10h as 17h

Entrada Franca

vídeos

Abertura

Daniel Senise

O Povo Fala

Pontilhão Cultural

Narrativas

site

www.travessias.org.br

realização

Observatório de Favelas

Automatica

Organização curatorial

Daniel Senise

Assistente

Laidiane Carvalho

Coordenação

Observatório de Favelas |

Jailson de Souza e Silva

Jorge Luis Barbosa

Eduardo Alves

Elionalva Sousa Silva

Erasmo Carlos de O. Castro

Mário Pires simão

Raquel Willadino Braga

Dalcio Marinho Gonçalves

Produção e Gestão

Automatica

Coordenação de produção

Luiza Mello

Mariana Schincariol de Mello

produção

Ana Paula Vulcão

Luisa Hardman

Gestão

Marisa S. Mello e

Carolina Lima

Produção Galpão Bela Maré

Mariluci Nascimento

Geisa Lino

Arquitetura

Rua Arquitetos |

Pedro Évora

Mariana Albuquerque

Mapas

Felipe Moulin

Coordenação institucional

e de comunicação

Gabriela Moulin

Design Gráfico

Quinta-feira |

Odete de Aruanda

Pedro Zylbersztajn

Programa educativo

Coordenação

Janis Clémen

Educadores

Cami Carrello

Carolina Aleixo

Daniel Remilik

David Alfredo

Fernando Leão

Jean Carlos

Letícia Pereira

Michelle Barros

Nívea Santana

Renata Sampaio

Parceria e Mobilização

Redes de

Desenvolvimento da Maré |

Eliana Sousa e Silva

Alberto Aleixo

Henrique Gomes

RUA arquitetos

Oficinas

Grafite

Felipe Reis

Stencil

Nata Família

Assessoria de Imprensa

Rodrigo Mascarenhas

RPM Comunicação |

Marina Avella e Érica Avelar

Comunicação digital

14

Cobertura fotográfica

Imagens do Povo e

Gabriela Carrera

Iluminação

BLight

Zelador

Waldeck da Silva Costa

Limpeza

Marcia da Silva Pereira

Agradecimentos

Eliana Sousa e Silva

Equipe Redes de

Desenvolvimento da Maré

Gabriela e Fabio Szwarcwald

Galeria Nara Roesler

Galeria Vermelho

Apresentado por

Petrobras

Governo do Rio de Janeiro

Sec. de Estado de Cultura

Lei Estadual de Incentivo

à Cultura do Rio de Janeiro

Patrocínio

Prefeitura do Rio de Janeiro

Sec. Municipal de Cultura

Apoio

Centro de Artes da Maré

Coral

1001

Instituto JCA

Estúdio Alfa

Millenium Transportes

Affinité Seguros

Rosanne Moraes Rego

A exposição Travessias 3 – Arte Contemporânea na Maré foi aberta ao público no dia 23 de agosto no Galpão Bela Maré, localizado no bairro Nova Holanda, Zona Norte do Rio de Janeiro, e ficará em cartaz, gratuitamente, até 16 de novembro.

A terceira edição do Travessias celebra mais um encontro entre a arte visual contemporânea e o espaço popular. A reunião de artistas consagrados de diferentes lugares do Brasil e de jovens fotógrafos da Maré está sendo organizada pelo artista plástico Daniel Senise, integrando criações artísticas de linguagens múltiplas – audiovisual, pintura, instalação, fotografia e objetos. O Travessias 3 reúne trabalhos inéditos e de acervo dos artistas Barrão, Dora Longo Bahia, Sandra Kogut, Mauro Restiffe, Jonathas de Andrade, Cao Guimarães, Luiz Zerbini e dos fotógrafos do Imagens do Povo, programa realizado pelo Observatório de Favelas.

É uma exposição, um espaço de diálogo, de circulação democrática de informações e novas possibilidades de pensamento no Complexo da Maré. Sem fronteiras de distinção territorial e social, o Travessias coloca a favela também como referência estética, mobilizando criação e fruição.

Travessias 3 tem patrocínios da Petrobras, via Lei Estadual de Cultura (ICMS), e da Prefeitura do Rio de Janeiro/ Secretaria Municipal de Cultura por meio do Programa de Fomento à Cultura Carioca; realização da Automatica Produção Contemporânea e do Observatório de Favelas e parceria com a Redes de Desenvolvimento da Maré e a RUA Arquitetos.

14/09/2014 —
16/11/2014

Nelson Leirner —
Nossa casa, minha vida

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TÍTULO DO PROJETO

Nossa casa, minha vida

ARTISTA

Nelson Leirner

LOCAL

Fundação Eva Klabin

ENDEREÇO

Av. Epitácio Pessoa, 2480

Lagoa, Rio de Janeiro

VISITAÇÃO

14/09/2014 a 16/11/2014

Terça a Domingo 14 às 18h

Entrada franca

CURADORIA

Marcio Doctors

Conselho Curador
do Projeto Respiração

Gilberto Chateaubriand

Marcio Doctors

Maria Klabin

texto

Marcio Doctors

Museologia|organização

Diogo Corrêa Maia

PRODUÇÃO

Automatica

Coordenação de produção

Luiza Mello

produção

Ana Paula Vulcão

arquitetura

Felipe Rio Branco

Dina Salem

Montagem

Equipe Eva Klabin

Camuflagem

fotografia

Mário Grisolli

design visual

Sônia Barreto

video

14

divulgação

CW&A

fotografia da paisagem

Beatriz Cunha

fundação eva klabin

presidente

Israel Klabin

diretor financeiro

Sérgio Brilhante

diretor secretário

Marcio Klang

curador

Marcio Doctors

administradora

Vanderléa Regina de Paiva

museólogos

Ruth Levy

Diogo Corrêa Maia

Marília Andrade

Programa de educação

Carlos Miguez

Miryan Perdomo

Deborah Paris

Júlio Cesar Cantini

assessora da curadoria

Maria Luiza Pinheiro

administração

Amanda Sinflório da Silva

Miguel Carvalho de S. Junior

manutenção

Maurício Costa e Silva

João Batista de O. Sousa

Maurílio Pereira de Souza

Joseline Pereira de Oliveira

Nossa casa, minha vida, trata- se de uma instalação do artista Nelson Leirner em comemoração aos 10 anos do Projeto Respiração na Fundação Eva Klabin.

O artista decidiu criar em um dos ambientes da Fundação, um apartamento modelo do programa Minha casa, minha vida. Ambiente este, que aos poucos transformou-se de um espaço luxuoso a um apartamento popular, de sala, quarto, banheiro e cozinha para uma família de pai, mãe e dois filhos, completamente equipado.

Humor e ironia, ambos no sentido mais amplo, dessa forma, Nelson pôs em xeque as situações que lhe foram apresentadas pela crítica irônica ao questionar os padrões vigentes da política, da arte e dos acordos sociais e econômicos. Essa foi a estratégia adotada pelo artista ao gerar, no interior da casa-museu de Eva Klabin, outra residência, só que popular.

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